segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Mandato do vereador Cláudio Fonseca prestigia Sarau em ONG do Limão


Assessores parlamentares do líder do PPS na Câmara, vereador Cláudio Fonseca, prestigiaram o primeiro “Sarau das Artes” da ONG “Estrela do Amanhã: Um Ato de Amor à Educação” realizado noite do último sábado (07/02) nas dependências da sede da entidade no bairro do Limão, em São Paulo.

Nem a forte chuva que caiu na cidade atrapalhou o sucesso do evento, que contou com diversos artistas e membros da comunidade local. Representantes da Subprefeitura da Casa Verde também prestigiaram o Sarau.

O próximo Sarau já tem data para acontecer: 7 de março, às 20 horas, também na sede da ONG. - Rua dos Rodrigues, 116 - Vila Carbone – Limão - Fone: (11) 3932- 1528 e 3932-1691.

Conheça mais detalhes da ONG acessando o
http://ongestreladoamanha.blogspot.com

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Bancada do PPS protocola CPI da Merenda


A bancada do PPS mostrou nesta quinta-feira (05/02), durante a realização da terceira sessão ordinária da 15ª Legislatura, que não pretende fazer figuração na Câmara Municipal da cidade. Muito pelo contrário.

Antes do início do Pequeno Expediente, o líder do PPS na Casa, vereador Cláudio Fonseca, apoiado e amparado por matérias veiculadas nos jornais Folha de S. Paulo, Jornal da Tarde e O Estado de S. Paulo - que denunciam um conluio entre os participantes de licitação para fornecimento da merenda escolar para as escolas municipais – protocolou um requerimento assinado por mais de 20 vereadores para a realização de uma CPI.

A ação do PPS pegou parte do Partido dos Trabalhadores na Casa de surpresa: o líder da bancada, vereador João Antônio, subiu à tribuna e teceu fortes comentários a respeito das denúncias. Indignado, pediu diante das câmeras e dos presentes:

“Precisamos instaurar imediatamente uma CPI para averiguar essas denúncias”, esbravejou. Porém, o que o vereador não sabia é que, naquele momento, o professor Cláudio Fonseca já havia protocolado o requerimento para a realização de uma CPI com assinaturas, inclusive, de diversos petistas.

Além da assinatura do colega de PPS, Dr. Milton Ferreira, a ação de Fonseca contou com as assinaturas dos seguintes parlamentares: Carlos Alberto Bezerra Junior, líder do PSDB; Claudinho, Gilberto Natalini, Floriano Pesaro, Gilson Barreto, Juscelino Gadelha e Dalton Silvano (PSDB); Arselino Tatto, Alfredinho e Francisco Chagas (PT); Quito Formiga e Toninho Paiva (PR); Roberto Tripoli e Penna (PV); Adilson Amadeu e Celso Jatene (PTB); Sandra Tadeu e Milton Leite (DEM); Goulart (PMDB); Jamil Murad (PCdoB) e Marcelo Aguiar (PSC).

Debates acalorados

A suposta fraude de empresários e agentes públicos na licitação da merenda escolar na cidade de São Paulo foi tema central dos discursos dos vereadores durante a realização do Pequeno Expediente. Governistas e oposicionistas travaram acaloradas discussões.

O primeiro a expor suas idéias foi o vereador Goulart (PMDB), segundo suplente da Mesa Diretora. Alheio ao assunto do dia, o pemedebista afirmou ser contra a CPI dos templos religiosos. Chateado, disse que não lhe dão o devido crédito pela construção do Museu do Futebol, no Estádio do Pacaembu (que teve o projeto aprovado e a obra iniciada na gestão do secretário de Esportes Heraldo Correa, do PPS).

Em seguida, Jamil Murad (PCdoB) subiu ao púlpito para falar da precariedade dos serviços de saúde na cidade, principalmente “o déficit de leitos hospitalares na rede municipal”.

O líder do PMDB, Jooji Hato, saudou os novos vereadores e conclamou seus colegas a o ajudarem na derrubada do veto a projeto de sua autoria relacionado a “moto sem garupa”.

João Antônio, líder do PT, além de pedir CPI para as denúncias sobre a merenda escolar, disse que caiu a qualidade do cardápio servido nas escolas e creches da cidade.

O líder do Governo José Police Neto (PSDB) criticou a bancada do PT por pregar a instalação de CPI para apurar denúncias relativas à merenda escolar. “A Casa já fez isso em 2007 e encaminhou relatório para o Ministério Público”, lembrou.

O tucano também recordou da Subcomissão da Comissão de Finanças e Orçamento de 2008, que também apurou o assunto. Netinho salientou que as recomendações dos relatórios da CPI e da Subcomissão foram acatadas pelo Executivo, como a publicação do cardápio no Diário Oficial e na internet.

Na seqüência, a petista Juliana Cardoso mudou a pauta para a questão da moradia. A parlamentar relatou que foi recebida pela diretoria da Cohab, mas não conseguiu avanços nas negociações de desapropriação dos moradores dos edifícios São Vito e Mercúrio. Ela pediu para o líder do Governo uma audiência com o prefeito Gilberto Kassab.

A tucana Mara Gabrili relatou conquistas dos portadores de deficiência e mobilidade reduzida quando foi titular da Secretaria Especial da Pessoa com Deficiência. A vereadora elogiou o secretário da Educação, Alexandre Schneider, que prometeu a aquisição de vans para garantir maior acessibilidade aos alunos com deficiência.

Marcelo Aguiar, líder do PSC, saudou o “Movimento Nossa São Paulo” pelas suas atividades e pela edição da entidade da “2ª Pesquisa Viver em São Paulo”, com indicadores de qualidade de vida.

O vereador José Olimpio (PP) encaminhou seu discurso por escrito. Em seguida, o líder do DEM, Carlos Apolinário, disse ser contrário a instalação de CPI para investigar denúncias de manipulação das licitações da merenda escolar. “A Casa já investigou. Agora está nas mãos do Ministério Público”. “Isso é assunto requentado”, afirmou.

Logo após o pronunciamento de Apolinário, o vice-presidente da Casa, Dalton Silvano, convocou ma rápida reunião de líderes. Em seguida, teve início o Grande Expediente.

“A culpa é do sistema”

A CPI protocolada pelo PPS para investigar denúncias na licitação da merenda escolar foi novamente tema de debate durante o Grande Expediente.

O democrata Milton Leite assinou o requerimento de CPI mas afirmou que nova investigação será “inócua”.

O petista Arselino Tatto, que também assinou o pedido de CPI apresentado pelo PPS, pediu aparte para dizer que “é dever do vereador investigar qualquer tipo de denúncia”. Para ele, a bancada do PSDB “tem medo de CPI”.

A palavra voltou para Milton Leite que, com veemência, bateu boca com Tatto, reeditando o velho e conhecido duelo entre governo e oposição. Cláudio Fonseca pediu um aparte ao democrata para reafirmar a importância da instauração da CPI das merendas.

Carlos Bezerra Junior, líder do PSDB, afirmou que o PT deseja somente fazer uso político da CPI. “Se tiver suspeita de conluio de agentes públicos, vamos investigar. Diferente do PT que usa CPI por oportunismo”. Para ele, “CPI do PT acaba em pizza, tem vício de iniciativa”.

O petista João Antônio pediu um aparte para defender seu partido e atacar o PSDB: “As CPIs do Congresso Nacional, para investigar corrupção no governo federal, não foram derrubadas pelo PT. Agora, na Assembléia Legislativa, onde o governador José Serra tem a maioria dos deputados, o PSDB não votou pela criação das CPIs da Nossa Caixa e do buraco do metrô”, lembrou, em tom exaltado, o líder do PT.

Bezerra retomou a palavra para defender o governador e dizer que não é deputado para responder pela Assembléia. José Police Neto pediu um aparte para relatar os números da merenda na cidade. Bezerra concluiu dizendo que o PSDB não se opõe à CPI: “Não sou contra CPI, pelo contrário. Eu até assinei a proposta do vereador Cláudio Fonseca, do PPS”.

Ainda sobre o “escândalo das merendas”, o líder do PP, vereador Wadih Mutran, não deu valor às denúncias veiculadas pelos jornais: “Recorte de papel não é prova”, ensinou. Segundo ele, “a culpa é do sistema”. Carlos Apolinário (DEM) lembrou que não existem denúncias contra o prefeito, mas sim aos empresários citados nos jornais.

Encerrando o Grande Expediente, o vereador Celso Jatene (PTB) alertou para o perigo da CPI virar “palanque eleitoral”. Já os vereadores Chico Macena e João Antônio, ambos do PT, ainda tiveram tempo de dizer que a Câmara precisa cumprir seu papel “fiscalizador”.

Projetos protocolados e arquivados

Durante a terceira Sessão Extraordinária, foram apreciados oito projetos de lei (de autoria de ex-vereadores da Casa) vetados pelo Poder Executivo. Veja aqui a relação dos projetos arquivados pela Casa. Os vereadores decidiram manter todos os vetos.

Ao todo, seis projetos de lei foram protocolados por diversos vereadores nesta quinta-feira (5/2). O vereador Cláudio Fonseca, líder da bancada do PPS, protocolou os seguintes PLs:

37/09 – “Apoio material para a prática de futebol amador na cidade de São Paulo”;

38/09 – “Proíbe o uso de sacolas plásticas comuns nos estabelecimentos comerciais da cidade. As mesmas deverão ser substituídas por embalagens confeccionadas com material biodegradável”;

42/09 – “Estabelece a obrigatoriedade de realização de concurso público para provimento de cargos efetivos no serviço público municipal, quando o número de cargos vagos for igual a 5% do total de cargos criados em lei e não houver candidatos aprovados em concurso anterior, com prazo de validade em vigor”.

Professor Claudio Fonseca propõe CPI da Merenda

O Professor Claudio Fonseca, vereador e líder da bancada do PPS na Câmara Municipal, protocolou nesta quinta-feira um requerimento de CPI para apurar a existência de conluio entre empresas da merenda escolar para fraudar licitação feita pela Prefeitura de São Paulo em maio de 2007, na gestão Gilberto Kassab (DEM).

O Ministério Público Estadual já investiga as prestadoras do serviço terceirizado, que têm recebido do município, desde então, mais de R$ 200 milhões por ano, por formação de cartel, lavagem de dinheiro e corrupção de agentes públicos.

A investigação do MP se estende a pelo menos outros 13 municípios, envolvendo as mesmas empresas, e abrange também a má qualidade da alimentação fornecida aos alunos da rede paulistana.

Para ser instaurada, a CPI da Merenda Escolar, que foi protocolada com a assinatura de 19 vereadores, deverá ser aprovada em plenário pela maioria dos 55 parlamentares.

Apuração do Ministério Público

Segundo informação fornecida pelo MP, três depoimentos oficiais e uma gravação recebida pela Promotoria falam de um acerto entre empresários às vésperas do pregão realizado há dois anos durante a gestão Kassab.

Num depoimento, um advogado que foi ligado ao grupo SP Alimentação diz que a combinação envolveu no mínimo três empresas para a distribuição de seis lotes em disputa - além da SP Alimentação, cita a Nutriplus e a Geraldo J. Coan.

Ele diz ter tido acesso a gravação que comprova os acertos - e que cita outras empresas. A escuta foi anexada ao processo, mas não deve ser utilizada como prova pelo Ministério Público devido à avaliação de que ela é clandestina - teria sido feita por um então colaborador de uma das empresas.

No total, nove empresas de merenda participaram da concorrência, das quais seis venceram e prestam serviços hoje. Cada um dos seis lotes ofertados pela prefeitura foi vencido por um grupo. Mas, na prática, quase não houve disputa.

No começo do pregão, as empresas entregaram suas propostas para diversas áreas. Mas, no decorrer do processo, abriram mão da disputa e cada uma só aceitou nova oferta no lote em que acabou vencendo.

Relatos colhidos a partir do início de 2008 pela Promotoria falam de uma rede de acertos entre empresários que fazem a merenda terceirizada em várias cidades do país.

O advogado que foi representante em licitações de uma empresa ligada à SP Alimentação declarou à Promotoria que, além do "direcionamento" em licitações, tomou conhecimento de propinas de R$ 50 mil "a agentes públicos".

O promotor criminal Arthur Lemos diz que há outros dados que avalizam a tese de conluio da gravação. "Colhemos depoimentos de pessoas que confirmam isso, que já estiveram envolvidas no esquema, que participaram da licitação."

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Professor Claudio Fonseca faz defesa de Freire e critica petistas; CPI´s protocoladas


O líder da bancada do PPS na Câmara Municipal, professor Cláudio Fonseca, usou o Pequeno Expediente da segunda sessão ordinária da 15ª Legislatura, realizada nesta quarta-feira (4/2), para responder as ofensas proferidas pelo vereador Arselino Tatto (PT) ao presidente nacional do PPS, o ex-senador Roberto Freire, durante a sessão plenária de terça-feira (3/2) – relembre aqui.

Em discurso na tribuna, o líder do PPS afirmou que o petista foi “incoerente” ao não completar a informação sobre a participação de políticos em conselhos administrativos.

“Além do ex-senador Roberto Freire, o vereador Tatto poderia acrescentar, também, os seus companheiros de PT, que integram diversos conselhos estatais: a ministra Dilma Rousself (Casa Civil), nos últimos cinco anos participando desses conselhos, como o da Petrobrás, recebeu cerca de 585 mil reais. Já o ministro Paulo Bernardo (Planejamento) também participa de um conselho, assim como o Miguel Jorge (Desenvolvimento). Aliás, este último recebe 30 mil reais por mês, mesmo ‘despossuído’ de valores”.

Para Fonseca, o ex-líder do PT na Casa deveria subir à tribuna e dizer que “não acha justo que alguém que não entenda nada de Itaipu, por exemplo, faça parte do conselho de administração, mesmo sendo do seu Partido”.

Claudio Fonseca fez questão de ressaltar que não discute as competências dos conselhos e de seus integrantes, mas critica a falta da participação de representantes dos trabalhadores.

Em seguida, o líder do PPS reafirmou a importância da instituição do Fundo Municipal à Educação (lei federal) na cidade de São Paulo: “Esse fundo foi aprovado há cerca de dez anos, mas a cidade ainda não tem o seu”. Aliás, o próprio Cláudio Fonseca protocolou na última terça-feira um PL (17/08) que cria Fundo Municipal de Educação e de Valorização do Magistério.

A revisão do Plano Diretor Estratégico também mereceu atenção do vereador nos seus cinco minutos disponíveis durante o Pequeno Expediente. Segundo ele, “a participação da sociedade na discussão da revisão do Plano Diretor é de suma importância”.

Antes do líder do PPS, o vereador Claudinho (PSDB) fez o uso da palavra durante o Pequeno Expediente. O tucano fez elogios ao prefeito Gilberto Kassab e citou melhorias na educação.

Cláudio Prado (PDT) concedeu seu tempo ao vice-presidente da Casa, vereador Dalton Silvano (PSDB). Em seu acalorado discurso, Silvano criticou as más notícias que são veiculadas sobre a Câmara Municipal e sobre seus parlamentares. Protestou e pediu para a imprensa que publique, também, “os bons resultados” da Casa.

Logo após foi a vez de Domingos Dissei (DEM), que elogiou melhorias no sistema de saúde da cidade. Donato (PT) usou a tribuna para criticar a atual administração.

Eliseu Gabriel (PSB) comemorou a aprovação da Lei 14.897/08, de sua autoria. O tucano Floriano Pesaro estreou na tribuna rebatendo as críticas feitas pelo vereador Donato à prefeitura.

Já o ex-secretário estadual da Educação, e vereador mais votado no último pleito, Gabriel Chalita, não fugiu dos clichês para falar da área que, segundo ele, domina: a educação. “O assunto deve ser suprapartidário”, disse. Para ele, “escola deve funcionar em período integral”. “Educação é tudo”, finalizou.

Grande Expediente

O primeiro orador do Grande Expediente foi Alfredinho (PT). Assim como Chalita, o parlamentar lembrou que “educação é tudo” e que a confusão da última segunda-feira (2) na favela de Paraisópolis, zona sul da cidade, poderia ter sido evitada se a educação na cidade “funcionasse”. O petista João Antônio pediu a palavra para criticar o déficit no ensino infantil.

Em seguida, a novata Juliana Cardoso (PT) leu, na tribuna, um discurso criticando a política habitacional na cidade, principalmente a idéia da prefeitura de demolir os edifícios São Vito e Mercúrio. Foi aplaudida pelos poucos presentes na galeria do Plenário. Aproveitando o discurso da vereadora Cardoso, o líder do PT, João Antônio, também fez duras críticas a política habitacional na cidade.

À luz do debate, o líder do PPS pediu aparte ao vereador petista e lembrou da importância de revitalizar o Parque Dom Pedro: “É um projeto antigo que colaboraria, também, com a valorização do corredor da Celso Garcia”.

Fonseca afirmou que as possíveis desapropriações dos edifícios São Vito e Mercúrio não podem deixar os seus moradores abandonados. “É preciso haver um programa habitacional vinculado a essas desapropriações. É possível aproveitar centenas de edificações devedoras de IPTU para realizar um programa casado, de compensação”, explicou. Ao cabo, o vereador disse que o poder público deve recuperar edifícios abandonados para acomodar a população carente nessa área. “Nós não podemos tratar esses cidadãos como animais, temos que tratá-los como contribuintes”.

Em seguida foi a vez do discurso do vereador Gilberto Natalini (PSDB). Com veemência, ele fez pesadas críticas à falta de dinheiro do PAC para a realização de obras em São Paulo. O petista José Américo pediu aparte para criticar o tucano.

Roberto Trípoli (PV) anunciou aos presentes que o vereador Penna será o líder da bancada.

Projetos Arquivados

Em seguida, o presidente Antonio Carlos Rodrigues (PR) deu início a 2ª Sessão Extraordinária do ano. Os vereadores aprovaram a manutenção de vetos do Poder Executivo a projetos de lei de ex-vereadores da Casa.

O Projeto de Lei 151/05, da ex-vereadora Soninha (PPS), em parceria do também ex-vereador Paulo Teixeira (PT), que previa a regulamentação da Lei Orgânica do Município em matéria de plebiscito, referendo e iniciativa popular, teve o seu veto mantido parcialmente.

O líder do governo na Casa, José Police Neto, pediu as suspensão da Sessão Extraordinária. Antonio Carlos Rodrigues convocou duas sessões extraordinárias para esta quinta-feira (5/2).

Foram protocolados 10 novos projetos de lei na Casa nesta quarta-feira.

CPI´s

Os parlamentares Antônio Donato (PT), Aurélio Miguel (PR) e Adílson Amadeu (PTB) protocolaram na última terça-feira (3/2) três pedidos de CPIs. As propostas para instaurar as Comissões Parlamentares de Inquérito ainda precisam ser aprovadas pela Câmara.

Para protocolar uma CPI são necessárias 19 assinaturas e para o seu funcionamento são necessárias 28 assinaturas. Nos próximos dias a Casa deve decidir sobre o funcionamento das Comissões.

O vereador Donato protocolou o pedido de uma CPI para investigar os casos de denúncia de corrupção na Subprefeitura da Mooca. O vereador Adílson Amadeu propôs investigação das licenças dos templos religiosos e o vereador Aurélio Miguel deseja apuração dos procedimentos e licenciamentos de locais que recebem mais de 100 pessoas.

Veja as fotos da sessão de quarta-feira.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Vereadores do PPS têm atuação destacada no primeiro dia de plenário


Na tarde desta terça-feira (3/2), teve início a 15ª Legislatura da Câmara Municipal de São Paulo. A 1ª sessão ordinária contou com a presença do Presidente do Tribunal de Contas do Município de São Paulo, Conselheiro Roberto Braguim.

Ao todo, foram apresentados 25 novos projetos de lei. Dois deles de autoria do líder da bancada do PPS, Professor Cláudio Fonseca: criação do Fundo Municipal de Educação e de Valorização do Magistério (PL 17/09) e instituição dos Conselhos Regionais de Gestão Participativa para auxílio à gestão das Diretorias Regionais de Educação (PL 18/09).

Durante o Pequeno Expediente, os vereadores inscritos opinaram sobre diversos assuntos: boas-vindas aos novos vereadores; plano diretor da cidade; CPI dos alvarás de funcionamento de empresas, templos, etc; alagamentos e acúmulo de lixo na cidade; entre outros.

O vereador Cláudio Fonseca pediu a palavra e cumprimentou os novos integrantes da Mesa Diretora da Casa e o recém-empossado presidente do Tribunal de Contas do Município. Fonseca aproveitou para fazer a sua apresentação e a de seu colega de bancada, Dr. Milton Ferreira, comunicando ao presidente da Câmara, Antonio Carlos Rodrigues, que o PPS o escolheu para ser o líder da bancada em 2009.

“Espero que nós tenhamos aqui uma boa convivência, democrática, em função do interesse público e do interesse da população da cidade de São Paulo”, afirmou. “Quero crer que todos os vereadores presentes, os reeleitos, e aqueles que estão chegando agora, exercerão seus mandatos voltados para o interesse da maioria. Sucesso para todos."

Em seguida, o vereador Milton Ferreira também deu o seu primeiro recado: “Quero deixar claro que o meu mandato será pautado na ética e na integridade. Estarei à disposição de todos os companheiros vereadores, dos trabalhadores desta Casa e dos munícipes, além do prefeito Gilberto Kassab e do seu secretariado”. Ferreira agradeceu aos mais de 14 mil eleitores que o elegeram e emendou: “Lutei e sempre lutarei pela melhoria da qualidade de vida de todos, respeitando a legislação e os padrões éticos da sociedade”.

Ataque ao PPS

Em seu pronunciamento, o ex-líder do PT na Casa, vereador Arselino Tatto, atacou veementemente, e de maneira deselegante, o presidente nacional do PPS, Roberto Freire, por, segundo o parlamentar, “participar do conselho de duas empresas ligadas à Prefeitura de São Paulo”.

Veja no Blog do PPS os “motivos” que geraram o ataque do petista ao presidente nacional do PPS.

Como já era esperado, o líder do PPS, professor Cláudio Fonseca, pediu a palavra para responder aos levianos ataques do petista Tatto. “Eu queria responder ao nobre vereador Arselino Tatto, mas ele não está presente. Então, deixo minha resposta para o Pequeno Expediente de amanhã (4/2)”.

Grande Expediente e Sessão Extraordinária

Durante o Grande Expediente, dois vereadores da "bancada evangélica" - Carlos Apolinário (DEM) e Marcelo Aguiar (PSC) – manifestaram repulsa ao que chamam de “perseguição” aos templos evangélicos, uma referência às últimas autuações da prefeitura aos templos.

Apolinário foi mais ríspido: “Se é pra fechar igreja evangélica, porque está funcionado irregularmente, fora da lei, que se feche tudo em São Paulo – faculdades, shoppings, comércio - pois está tudo irregular”, esbravejou.

Já na 1ª sessão extraordinária, os vereadores aprovaram a manutenção de vetos do Poder Executivo a projetos de lei de ex-vereadores da Casa. Tanto é que o projeto de lei 339/05 da ex-vereadora e atual subprefeita da Lapa, Soninha Francine, que criaria os conselhos regionais de meio ambiente e desenvolvimento sustentável, foi arquivado. Apenas o vereador Roberto Trípoli (PV) fez questão de registrar o voto contrário ao veto.

Em seguida, o líder do Governo na Câmara, José Police Neto (PSDB), pediu o encerramento da sessão ao presidente Antonio Carlos Rodrigues (PR). A análise dos projetos vetados pelo Executivo continuará na quarta-feira.

Uma discussão sobre atendimento na saúde pública marcou o fim do primeiro dia de trabalhos no plenário da Câmara Municipal. Aproveitando a oportunidade, o vereador Milton Ferreira deu a sua opinião: “Posso falar um pouco do assunto, pois sou médico e atendo a população há muito tempo. A criação das AMAs resolveu o problema de marcar as consultas nos postos de saúde. O que precisamos, agora, é criar as especialidades dentro das AMAs”.

Cláudio Fonseca protocola dois projetos para a área da Educação


Dando continuidade a sua preocupação em melhorar o sistema educacional na cidade de São Paulo, o líder do PPS na Câmara Municipal, Professor Cláudio Fonseca, protocolou nesta terça-feira (3/2) dois projetos de lei voltados para a área.

O primeiro (PL 17/09) cria junto à Secretaria Municipal de Educação, o Fundo Municipal de Educação e Valorização do Magistério. Já o segundo (PL 18/09) institui os Conselhos Regionais de Gestão Participativa para auxiliar à gestão das Diretorias Regionais de Educação.

Agenda do Gabinete do Professor Cláudio Fonseca


Confira a agenda do vereador Cláudio Fonseca para os dias 5, 6 e 7 de fevereiro.

QUINTA-FEIRA – 05/02/2009

11h – Lançamento do Guia Esportivo e Artístico da Cidade de São Paulo
Local: Salão Nobre Francisco Rebolo, Portão 14 - Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – Pacaembu

15h - Sessão plenária

SEXTA-FEIRA- 06/02/2009

17h – Reunião com reitor da Uni Sant’Anna, professor Leonardo Blacuti.
Local: Av. Santos Dumont, s/n - entrada do estacionamento da reitoria em cima da Ponte das Bandeiras.

19h – Sessão Solene em comemoração ao aniversário da Vila Brasilândia
Local: Auditório da Escola Estadual João Solimeo - Estrada do Sabão, 110 – Vila Brasilândia.

SÁBADO – 07/02/2009

20h – Sarau das Artes Estrela do Amanhã
Local: Rua dos Rodrigues, 116 – Vila Carbone – Bairro do Limão.

*Agenda pode sofrer alteração.

Claudio Fonseca participa de programa de rádio

O líder do PPS na Câmara Municipal, Professor Cláudio Fonseca, participou na manhã da terça-feira (3/2) do programa Gente que Fala, da Rádio Trianon, e apresentado pela jornalista Liliane Ventura.

Além do professor, participaram do programa o ex-vereador e economista e ex-vereador por São PAulo, Odilon Guedes; o jornalista do Diário do Comércio e da Indústria, Luiz Antonio Magalhães; e o produtor teatral Ariel Moshe.

Durante o programa, o vereador pôde opinar sobre diversas questões colocadas pela apresentadora: inspeção veicular na cidade, crise econômica, eleição no Congresso Nacional, entre outros. Em breve, o Blog dos Vereadores disponibilizará a íntegra do programa.

Entrevista: Dr. Milton Ferreira no Jornal da Tarde

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Dr. Milton Ferreira prestigia evento do Jockey paulistano


O vereador pelo PPS, Dr. Milton Ferreira, participou no dia do aniversário de São Paulo de um grande evento no Hipódromo da cidade.

Além do tradicional GP 25 de janeiro, foi realizado o GP Presidente do Jockey Club para comemorar, além do aniversário da cidade, os 68 anos do hipódromo paulistano.