Durante a Sessão Extraordinária desta terça-feira (22/3), os vereadores (47 votos a favor) aprovaram o Substitutivo ao Projeto de Lei 500/10, do Executivo, que faz uma readequação das tabelas salariais dos empregos públicos e funções de confiança do Hospital do Servidor Público Municipal.
Porém, na seqüência, não houve consenso para votar as duas emendas ao Projeto, de autoria dos vereadores Aurélio Miguel (PR) e Paulo Frange (PTB). Portanto, a matéria está pendente de votação e voltará à pauta nesta quarta-feira (23). Os demais itens que contavam na pauta também não foram apreciados.
Mobiliário
Já o Projeto de Lei que trata do mobiliário urbano da cidade, o PL 47/10, de autoria do Executivo, ficou para ser apreciado nesta quarta-feira (23). Em entrevista ao sítio da Câmara Municipal, o líder do PPS, Claudio Fonseca, afirmou que a proposta apresentada pelo governo ainda tem falhas muito grandes que precisam ser corrigidas, como a ausência de definição sobre o modelo de abrigos e totens que serão mantidos pelas empresas concessionárias.
“O projeto precisa dizer se os abrigos de ônibus vão ter a parte de traz fechada ou aberta, se o teto será de vidro ou acrílico, se as laterais serão fechadas ou abertas, ou se os pontos terão bancos ou não. Nada disso consta na proposta apresentada pela prefeitura”, disse o vereador
Apesar de lamentar a demora, Fonseca afirmou que o projeto não está pronto para votação no plenário. Ele disse, contudo, que a prefeitura não precisa da aprovação do PL 47/2010 para garantir a manutenção e instalação de novos pontos de ônibus cobertos e higienizados.
“É um escândalo que uma cidade como São Paulo dependa de contratos de publicidade para colocar abrigo em ponto de ônibus. A prefeitura deveria exigir das concessionárias de transporte diretamente a manutenção dos abrigos, pontos e totens”, disse o parlamentar.
Segundo o líder do PPS, o valor que a prefeitura deve arrecadar com essas concessões é de cerca de R$ 200 milhões por ano, chegando a R$2 bilhões nos 20 anos de duração das concessões.
Porém, na seqüência, não houve consenso para votar as duas emendas ao Projeto, de autoria dos vereadores Aurélio Miguel (PR) e Paulo Frange (PTB). Portanto, a matéria está pendente de votação e voltará à pauta nesta quarta-feira (23). Os demais itens que contavam na pauta também não foram apreciados.
Mobiliário
Já o Projeto de Lei que trata do mobiliário urbano da cidade, o PL 47/10, de autoria do Executivo, ficou para ser apreciado nesta quarta-feira (23). Em entrevista ao sítio da Câmara Municipal, o líder do PPS, Claudio Fonseca, afirmou que a proposta apresentada pelo governo ainda tem falhas muito grandes que precisam ser corrigidas, como a ausência de definição sobre o modelo de abrigos e totens que serão mantidos pelas empresas concessionárias.
“O projeto precisa dizer se os abrigos de ônibus vão ter a parte de traz fechada ou aberta, se o teto será de vidro ou acrílico, se as laterais serão fechadas ou abertas, ou se os pontos terão bancos ou não. Nada disso consta na proposta apresentada pela prefeitura”, disse o vereador
Apesar de lamentar a demora, Fonseca afirmou que o projeto não está pronto para votação no plenário. Ele disse, contudo, que a prefeitura não precisa da aprovação do PL 47/2010 para garantir a manutenção e instalação de novos pontos de ônibus cobertos e higienizados.
“É um escândalo que uma cidade como São Paulo dependa de contratos de publicidade para colocar abrigo em ponto de ônibus. A prefeitura deveria exigir das concessionárias de transporte diretamente a manutenção dos abrigos, pontos e totens”, disse o parlamentar.
Segundo o líder do PPS, o valor que a prefeitura deve arrecadar com essas concessões é de cerca de R$ 200 milhões por ano, chegando a R$2 bilhões nos 20 anos de duração das concessões.







