quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Crack: Ricardo Young defende debate suprapartidário

Veja a íntegra do discurso do vereador Ricardo Young durante Comunicado de Liderança do PPS na última terça-feira, 5 de fevereiro.


"Sr. Presidente, com a anuência do meu Líder, gostaria de reforçar a fala dos nobres Vereadores Ricardo Nunes, Andrea Matarazzo e Arselino Tatto a respeito da questão do crack, da cracolândia e dessa epidemia pública que estamos vivendo atualmente em São Paulo, que já está se tornando um dos maiores problemas de saúde do Brasil.

O tratamento padrão dessa doença, que tem sido em torno de questões de segurança e de dependência química convencional, é absolutamente insuficiente para fazer frente ao tamanho do problema.

Precisamos enfrentar com muita coragem um tema do nosso tempo que tem se alastrado por todos os grandes centros urbanos. Se em vez de ficarmos tergiversando em discussões partidárias, tentarmos discutir esse tema dentro de uma visão político-partidária, todos perderemos. A disposição dos nobres Vereadores, hoje, de tratar desse assunto demonstra uma preocupação de muitos de nós, então conclamo a Casa e todos os que se pronunciaram a encarar o tema do crack e da Cracolândia como suprapartidário. Devemos ajudar a Prefeitura e nos aliar às medidas do Governo Estadual para fazer uma abordagem sistêmica em relação a esse problema. Ouvi o posicionamento do nobre Vereador Toninho a respeito da internação compulsória, e não devemos nos colocar uns contra os outros. Temos de nos colocar a favor de políticas públicas que enfrentem com ousadia e coragem talvez o maior problema de saúde pública desde a disseminação do HIV. Portanto, na primeira sessão deste ano gostaria que os colegas se dispusessem a uma discussão franca, corajosa e solidária em torno de um dos maiores problemas, de um dos maiores flagelos de saúde do nosso tempo. Muito obrigado, Sr. Presidente".

Contra segregar Segurança de Direitos Humanos

 
 
Do Blog do PPS
 
A polêmica do momento na Câmara Municipal de São Paulo, reiniciados os trabalhos após o recesso de janeiro, é uma proposta inusitada que une PT e PSDB: a criação da Comissão de Segurança Pública, tema que hoje está agregado à Comissão Extraordinária Permanente de Direitos Humanos, Cidadania, Segurança Pública e Relações Internacionais.

À primeira vista, nenhuma discordância. Afinal, tratar da Segurança realmente deve ser prioridade na cidade de São Paulo. É óbvia a preocupação com o tema, problema crônico que aflige a população e demanda soluções urgentes, possíveis e eficazes.

Porém, ao propor o desmembramento das duas comissões, segregando Segurança de Cidadania e de Direitos Humanos, petistas e tucanos só visam atender aos seus próprios interesses, dando um passo atrás no debate e reforçando o preconceito que cerca ambos os temas.

Tucanos não abrem mão de presidir a Comissão de Segurança. Petistas, por outro lado, batem o pé sobre os Diretos Humanos. Conclusão: optaram por uma decisão salomônica, passagem bíblica que relata decisão do Rei Salomão de dividir ao meio um bebê reivindicado por duas mães.

"É inadmissível, hoje em dia, segregar Segurança Pública de Cidadania e Direitos Humanos", afirma o presidente municipal do PPS, Carlos Fernandes. "Isso é uma afronta ao bom senso, uma visão retrógrada e preconceituosa que enfraquece os dois lados".

Os dois vereadores do PPS paulistano, Ari Friedenbach e Ricardo Young, compartilham o mesmo posicionamento contrárìo à segregação dos temas.

Separá-los é contraproducente, por permitir que um seja "anabolizado" pela mídia e pela opinião pública e outro esvaziado, e até mesmo por reforçar preconceitos: de um lado, faz supor que a Segurança deve ser debatida exclusivamente por "especialistas", sem a participação da "cidadania". Por outro, que Direitos Humanos significa "defender bandido", daí a inviabilidade da participação de policiais.

Um erro de mão dupla, que tanto PT quanto PSDB reforçam com o plágio equivocado do Rei Salomão: a vereadora Juliana Cardoso (PT) assumiria a Comissão de Direitos Humanos, enquanto o Coronel Telhada (PSDB), ex-comandante da ROTA, presidiria a recém-criada Comissão de Segurança Pública. Seriam os novos pais de uma cria dividida ao meio, ambos satisfeitos em seus interesses individuais.

A proposta de segregação

O próprio site oficial da Câmara relata: Durante a sessão plenária desta quarta-feira (6/2), alguns dos vereadores da Câmara Municipal foram à tribuna defender a criação de um colegiado para tratar exclusivamente de segurança pública na cidade de São Paulo. Atualmente, a Casa possui uma comissão extraordinária que aborda o tema juntamente com direitos humanos, cidadania e relações internacionais.

Coronel Camilo (PSD) acredita que o assunto é uma grande preocupação atual dos paulistanos e merece destaque no parlamento. “Temos que enfrentar a questão da desordem urbana. O que acontece hoje na Nova Luz é fruto da desordem urbana. Acho que vale a pena criar uma comissão de segurança só para cuidar disso.”

A manifestação de Camilo foi apoiada pelos colegas parlamentares Paulo Fiorilo (PT) e Floriano Pesaro (PSDB). “Nós já poderíamos ter feito isso, mas acho que nunca o momento foi tão propício”, ponderou Pesaro. “Pela primeira vez temos nesse Parlamento tantos especialistas em segurança pública, policiais e também representantes das vítimas da violência.”

A atual legislatura conta com três policiais militares da reserva - os coronéis Camilo, Conte Lopes e Telhada -, além de dois vereadores cujas famílias foram atingidas por eventos trágicos: Ari Friedenbach, cuja filha foi sequestrada, torturada e morta em 2003, e Ota, que em 1997 teve o filho sequestrado e assassinado, e que já manifestaram interesse em trabalhar em prol da segurança pública da cidade.

A Folha de S. Paulo de ontem também relatou: A Câmara de São Paulo deve criar uma comissão de segurança pública, desmembrando a que existia anteriormente, que incluía também direitos humanos e relações internacionais.

Ela deve acolher a chamada bancada da bala, que inclui coronel Álvaro Camilo (PSD), coronel Telhada (PSDB) e Conte Lopes(PTB).

Também querem espaço Massataka Ota (PSB) e Ari Friedenbach (PPS), ambos pais de vítimas de violência, e o vereador Eduardo Tuma (PSDB), sobrinho do senador Romeu Tuma, que comandou a Polícia Federal.

Telhada, que tem entre seus planos controlar o acesso de pessoas no Legislativo, afirmou que a comissão já deveria existir, mas que foi alvo de preconceito.

Ele diz que não foi aceito na configuração anterior de "maneira inconstitucional". "Se não posso fazer parte, infelizmente sou obrigado a concordar que essa comissão é coisa para bandido".

O PPS reforça o seu posicionamento: é contra desmembrar Segurança de Cidadania e de Direitos Humanos. São temas relacionados. Segregá-los é um passo atrás, uma afronta ao bom senso e à democracia.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Poder Online/iG - Ricardo Young quer inspeção veicular para todos

Poder Online

O vereador paulistano Ricardo Young (PPS) não apenas criticou a proposta de Fernando Haddad (PT) de inspeção veicular bienal como prometeu levar a questão para uma frente parlamentar de sustentabilidade na Câmara Municipal de São Paulo.

Young diz que a mudança na periodicidade da inspeção é um erro e acrescentou que defenderá mecanismos para estender para todas as cidades da região metropolitana a vistoria, já que muitos carros dessas cidades circulam na capital.

Para fazer as mudanças na inspeção veicular, a prefeitura deverá optar pelo envio de projeto de lei para a Câmara paulistana, onde Young pretende impor alguma resistência. Ele criticou também o subsídio da prefeitura para que os proprietários de carros não precisem pagar a taxa para a Controlar, empresa responsável pela vistoria, e disse que o prefeito só tornou a inspeção bienal quando percebeu o impacto que o subsídio teria nos cofres públicos. “Se a prefeitura subsidia, joga nas costas de milhares de pessoas o ônus de quem polui”, resumiu o vereador.

Ari Friendenbach é contra desmembramento da Comissão de Direitos Humanos


O portal de notícias R7 traz em seu Portal a posição contrária do líder do PPS na Câmara, vereador Ari Friedenabach, ao desmembramento da Comissão Extraordinária de Direitos Humanos, Cidadania, Segurança Pública e Relação Internacionais, proposta apresenta pelo PSDB na tarde desta terça-feira (5/2).

“Sou radicalmente contrário ao desmembramento dessa comissão. É esvaziar uma e fortificar outra quando são assuntos que tem que ser tratados em conjunto. A participação de militares nessa comissão de Segurança e Direitos Humanos é fundamental. São especialistas que tem muito a contribuir, mas não devem tomar conta do debate, disse o líder do PPS ao portal de notícias.

Controlar: Metro destaca posição de Ricardo Young


Matéria do Jornal Metro desta quarta-feira (6/2), periódico distribuído gratuitamente nas ruas da cidade, traz a posição contrária do vereador Ricardo Young (PPS) às mudanças estudadas pela Prefeitura na questão do Controlar.

Young diz que a mudança na periodicidade da inspeção (a Prefeitura quer a cada dois anos) é um erro e acrescentou que defenderá mecanismos para estender para todas as cidades da região metropolitana a vistoria, já que muitos carros dessas cidades circulam na capital.

Ricardo Young promove as “Segundas Paulistanas”


A partir deste mês de fevereiro o vereador Ricardo Young promoverá encontros abertos para discutir temas de interesse da cidade.

Esses encontros vão acontecer uma vez por mês, sempre às segundas-feiras, na Câmara Municipal de São Paulo. O primeiro encontro acontece no dia 18 de fevereiro, a partir das 18h30, na Sala Sério Vieira de Melo - 1º subsolo. 

Todos estão convidados!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Vereadores do PPS dão o recado no primeiro dia de trabalho parlamentar


Com  presença do novo prefeito Fernando Haddad, os vereadores da cidade de São Paulo voltaram aos trabalhos legislativos nesta terça-feira (5/2). Os representantes da bancada do PPS, Ricardo Young e Ari Friedenbach, utilizaram a tribuna diante de jornalistas, vereadores e dos munícipes presentes ao plenário Primeiro de Maio.

Durante o Pequeno Expediente, o líder Ari Friedenbach resumiu a sua luta na área da segurança pública e dos direitos humanos e do seu ingresso na política partidária. “De uma tragédia pessoal - em 2003, a filha Liana Friedenbach e o namorado Felipe Caffé foram sequestrados e assassinados – passei a lutar pela segurança das pessoas e por uma vida mais digna para todos”.

O líder do PPS também ressaltou a importância da Frente Parlamentar pela Sustentabilidade, que será presidida pelo colega Ricardo Young, e convidou a sociedade para participar do Fórum do Lazer Seguro da Câmara Municipal, que discutirá medidas de segurança nos locais destinados ao lazer e ao entretenimento na cidade. Mas alertou:

"Entendemos que essa discussão não deve ser somente sobre lazer seguro, mas sobre locais de grande concentração de pessoas, como igrejas, sinagogas, templos evangélicos e também boates e casas de shows". Abaixo, a íntegra do discurso:

"Sr. Presidente e Srs. Vereadores, é uma honra estar nesta tribuna, pela primeira vez, com a esperança de fazer um trabalho que honre todos os paulistanos, o nosso partido e todos os Vereadores no meu mandato. Há alguns anos, venho fazendo um trabalho apartidário, por conta de uma história, de uma tragédia de vida, e venho transformando isso numa luta por mais segurança para todos nós, por mais decência e por uma vida mais digna.

Desde 2003, venho trabalhando, e há alguns anos percebi que o caminho era a filiação partidário para atuação no Legislativo, na busca de mudanças na nossa legislação. Hoje, como Vereador, pretendo, dentro da nossa alçada, fazer um trabalho especialmente focado na Segurança Pública, com a melhoria do trabalho da Guarda Civil Metropolitana pela melhoria de seus equipamentos. Além disso, como falamos durante a nossa campanha, a municipalização e a ampliação do trabalho do CRVV - Centro de Referência às Vítimas de Violência, levando esse trabalho mais próximo à população, junto às subprefeituras para que a população seja efetivamente atendida no local onde vive, onde sofre os dramas da violência.

Nosso partido, o PPS, apresentou a proposta da Frente Parlamentar pela Sustentabilidade por meio do nosso Vereador Ricardo Young, que já colheu 12 assinaturas; além da minha, as dos nobres Vereadores Andrea Matarazzo, Aurélio Nomura, Floriano Pesaro, Gilberto Natalini, José Police Neto, Juliana Cardoso, Laércio Benko, Mário Covas Neto, Nabil Bonduki e Toninho Vespoli.

Dito isso, convido os demais Srs. Vereadores que ainda não aderiram a essa Frente a participarem, porque essa discussão é extremamente importante para a nossa cidade de São Paulo. Essa é uma questão que, sem dúvida, estará na pauta deste ano.

Estamos também propondo um debate sobre a tragédia que acabou de acontecer em Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Entendemos que essa discussão não deve ser somente sobre lazer seguro, mas sobre locais de grande concentração de pessoas, como igrejas, sinagogas, templos evangélicos e também boates e casas de shows. Como esses locais são potencialmente de alto risco, entendemos ser de extrema importância um debate amplo com toda a sociedade.

Esse fórum deve debater com muita responsabilidade também a questão relativa aos alvarás: o tempo que leva para se conceder um alvará e a corrupção que envolve essa concessão. Ter um alvará não significa que o ambiente de fato seja seguro, uma vez que sabemos das reais condições de inspeção que envolve a concessão de um alvará.

É muito importante que esta Casa debata com um olhar muito apurado todas as questões que envolvem segurança. Pretendo fazer uma gestão extremamente pautada pela ética, como tem sido minha carreira na advocacia.

Desejo que os partidos de oposição façam uma oposição inteligente, não burra, porque é nossa obrigação como parlamentares trabalhar pela cidade de São Paulo, portanto devemos apoiar todas as propostas boas para a nossa cidade, porque somos Vereadores de São Paulo, não somente de um partido. Obrigado a todos".


Questão Suprapartidária 

Ricardo Young defendeu um debate suprapartidário na questão do crack, que, para ele, é uma epidemia, “o maior problema de saúde pública desde a disseminação do HIV”. “Temos que ter uma visão sistêmica sem entrar na divisão partidária”, disse logo após presenciar troca de acusações entre vereadores do PT do PSDB.

Veja a íntegra do discurso de Young: 

"Sr. Presidente, com a anuência do meu Líder, gostaria de reforçar a fala dos nobres Vereadores Ricardo Nunes, Andrea Matarazzo e Arselino Tatto a respeito da questão do crack, da cracolândia e dessa epidemia pública que estamos vivendo atualmente em São Paulo, que já está se tornando um dos maiores problemas de saúde do Brasil.

O tratamento padrão dessa doença, que tem sido em torno de questões de segurança e de dependência química convencional, é absolutamente insuficiente para fazer frente ao tamanho do problema.

Precisamos enfrentar com muita coragem um tema do nosso tempo que tem se alastrado por todos os grandes centros urbanos. Se em vez de ficarmos tergiversando em discussões partidárias, tentarmos discutir esse tema dentro de uma visão político-partidária, todos perderemos. A disposição dos nobres Vereadores, hoje, de tratar desse assunto demonstra uma preocupação de muitos de nós, então conclamo a Casa e todos os que se pronunciaram a encarar o tema do crack e da Cracolândia como suprapartidário. Devemos ajudar a Prefeitura e nos aliar às medidas do Governo Estadual para fazer uma abordagem sistêmica em relação a esse problema. Ouvi o posicionamento do nobre Vereador Toninho a respeito da internação compulsória, e não devemos nos colocar uns contra os outros. Temos de nos colocar a favor de políticas públicas que enfrentem com ousadia e coragem talvez o maior problema de saúde pública desde a disseminação do HIV. Portanto, na primeira sessão deste ano gostaria que os colegas se dispusessem a uma discussão franca, corajosa e solidária em torno de um dos maiores problemas, de um dos maiores flagelos de saúde do nosso tempo. Muito obrigado, Sr. Presidente".

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Bancada do PPS propõe Fórum do Lazer Seguro

Após a tragédia ocorrida em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, que causou pelo menos 236 mortes, e a sugestão do empresário André Almada, do grupo The Week, a Liderança do PPS está propondo a criação de um Fórum Municipal para discutir e garantir todas as medidas de segurança nos locais destinados ao lazer e ao entretenimento na cidade de São Paulo.

Com a proposta do Fórum do Lazer Seguro, a Liderança do PPS possibilita uma ação efetiva para evitar a repetição de tragédias como a deste fim-de-semana, ouvir empresários e especialistas no setor para tornar a legislação menos burocrática, mais moderna e eficaz, e também fiscalizar um setor nevrálgico da Prefeitura (que sempre foi alvo de denúncias e culminou recentemente com a revelação do "esquema Aref").

O objetivo é apurar a situação de todos os estabelecimentos e espaços de lazer e entretenimento na cidade de São Paulo, analisar contratos e convênios, fiscalização e emissão de licenças e alvarás, execução dos serviços prestados, conservação e manutenção dos imóveis e equipamentos, cobrança de ingresso e/ou consumo, e investigar a obediência às medidas de segurança junto aos órgãos públicos, exigindo o cumprimento da legislação, medidas de treinamento e capacitação contra acidentes, ouvidos os empresários e promotores de eventos, e garantindo a integridade e a preservação dos direitos de clientes e funcionários.

Justificativa do Fórum do Lazer Seguro

São Paulo é a capital brasileira dos negócios, do lazer e do entretenimento. Dia e noite, suas atrações atendem aos mais diversos públicos, tanto de cidadãos paulistanos de todas as idades como de turistas de dentro e fora do país que consomem toda essa variedade de ofertas de serviços e diversões.

Com a proximidade de eventos de visibilidade global, como a Copa do Mundo de Futebol, em 2014, e os Jogos Olímpicos, em 2016, aumentam as atenções de todo o mundo para questões de segurança e a garantia da integridade das pessoas no país e na cidade de São Paulo.

Veja a íntegra da "nota oficial" assinada pelo empresário André Almada, do grupo The Week, que justifica a proposta formalizada pelo PPS na Câmara paulistana:

"O grupo The Week, em primeiro lugar, expressa a tristeza e consternação que atingiu a todos neste trágico domingo. Nada que se diga poderá amenizar a dor que se abateu sobre as famílias e toda a Nação.

Nós, que trabalhamos no ramo do entretenimento e buscamos oferecer diversão e alegria aos nossos clientes, vemos a dimensão desta tragédia.

O que nós podemos dizer é que as medidas necessárias e possíveis são tomadas em nossos estabelecimentos e que, acima de tudo, buscamos dar segurança a todos os nossos clientes e funcionários.

Ao poder público cabe orientar, fiscalizar e dar diretrizes quanto as normas de segurança, aos empresários cabe fazer com que ações efetivas sejam tomadas visando o cumprimento da legislação e a implantação dos equipamentos e sistemas necessários.

Propomos a criação, desde já, de um fórum envolvendo sociedade, autoridades, empresários e especialistas para apresentar ideias e propostas que possam contribuir para que tais fatos nunca mais se repitam. (The Week)"

Câmara apresenta prioridades de Ari Friedenbach

O sítio da Câmara Municipal apresenta uma série de reportagens detalhando os perfis dos vereadores eleitos para a nova legislatura. Acompanhe o que pensa o parlamentar Ari Friedenbach.




Novos Vereadores: Ari Friedenbach prioriza a segurança

Melhorar a segurança no Brasil, principalmente em São Paulo. Essa foi a principal motivação que levou o advogado Ari Friedenbach (PPS) a concorrer a um cargo no legislativo. Ele foi eleito com mais de 22 mil votos para ocupar uma das 55 vagas a vereador da capital paulista.

O envolvimento do novo parlamentar com a política e assuntos relacionados à segurança começaram em 2003, após a filha, Liana Friedenbach, e o namorado, Felipe Caffé, terem sido sequestrados e assassinados. “Passei a participar dos debates políticos como forma de evitar que outras pessoas passassem pela mesma situação. No entanto, percebi que precisava me envolver mais diretamente com ações que me possibilitassem propor mudanças na legislação, e isso só seria possível se trabalhasse no legislativo”, explicou.

Entre as propostas que Friedenbach pretende apresentar na Câmara Municipal de São Paulo, está a municipalização do Cravi (Centro de Referência e Apoio à Vítima). “Esse projeto do Governo Estadual é muito bom e precisamos trazer ele para cidade, mas também oferecendo atendimento às famílias dos agressores. Precisamos acabar com esse ciclo de miséria, violência e guerra civil na cidade, precisamos dar um basta nisso”, adiantou o vereador.

O advogado também revela que pretende fazer parte das Comissões de Direitos Humanos, Cidadania, Segurança Pública e Relações Internacionais e a de Educação, Cultura e Esportes. “Não podemos pensar apenas em prender criminosos, precisamos educar as novas gerações para que a população tenha condições de ter um futuro melhor”, justificou.

Perfil
 
Nome: Ari Friedenbach
Nome parlamentar: Ari Friendebach
Partido: Partido Popular Socialista – PPS
Coligação: PPS / PMN
Legislatura: 1ª
Idade: 52 anos
Natural de: São Paulo - SP
Estado Civil: Casado
Ocupação: Advogado
Escolaridade: Superior completo
Votação: 22.597 votos

Projeto de Ricardo Young cria a Frente Parlamentar da Sustentabilidade na Câmara

 

O vereador Ricardo Young (PPS) protocolou na tarde desta quinta-feira (31/1) o Projeto de Resolução 3/13, que cria a Frente Parlamentar pela Sustentabilidade na Câmara de São Paulo.

A frente tem como objetivo reunir outros parlamentares e contribuir para a formação das bases sociais e políticas para a construção de uma nova São Paulo, sob o prisma da democracia e da sustentabilidade, com base no Programa Cidades Sustentáveis, do qual o prefeito Fernando Haddad é signatário, priorizando a defesa da vida, de princípios e valores humanistas e a consciência ambiental.

As ações da Frente Parlamentar visam agregar conhecimento e articular a produção de conteúdos em torno de uma plataforma de convergência sobre os temais ligados à democracia e à sustentabilidade, envolvendo redes de instituições e de colaboradores.

O termo "sustentável" provém do latim sustentare (sustentar, defender, favorecer, apoiar, conservar, cuidar). Segundo o Relatório de Brundtland (1987), o uso sustentável dos recursos naturais deve "suprir as necessidades da geração presente sem afetar a possibilidade das gerações futuras de suprirem as suas".

A Sustentabilidade também está relacionada à questão da responsabilidade social, promovendo ações  que sejam social, econômica e ambientalmente equilibradas.

A Frente Parlamentar considera o tema transversal aos projetos, serviços e ações públicas, tanto do Executivo quanto do Legislativo, com o comprometimento dos setores privados e da sociedade como um todo.