quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Young vota a favor de benefícios sociais aos conselheiros tutelares e a criação SPCine

Com voto do líder do PPS, vereador Ricardo Young, o plenário da Câmara aprovou nesta terça-feira (26/11) o Projeto de Lei 748/13, que concede diversos benefícios aos conselheiros tutelares da cidade de São Paulo, entre eles o 13º salário.

Os conselheiros também terão direito a cobertura previdenciária, férias anuais remuneradas acrescidas de um terço do valor da remuneração mensal, licença maternidade, licença paternidade e gratificação natalina – o equivalente ao 13º salário. O mandato do cargo também foi estendido, de três para quatro anos. Aprovado em segunda votação, o projeto segue agora par a sanção do prefeito Fernando Haddad

Audiovisual 

O plenário também aprovou, em primeira votação, o Projeto de Lei que cria a Empresa de Cinema e Audiovisual de São Paulo (SPCine). A empresa contará com um capital inicial de R$ 25 milhões e poderá celebrar convênios com outras entidades públicas, privadas e estatais, tanto nacionais como internacionais.
O PL 772/13, aprovado por unanimidade, ainda precisa passar por uma segunda votação antes de seguir para a sanção do Executivo.

“É uma iniciativa extremamente bem-vinda. A comunidade de produtores e cineasta da cidade estão muito satisfeitos pois a proposta vem ao encontro de uma promessa que a cidade de São Paulo sempre teve, e que nunca realizou, que é o potencial da economia criativa”, disse Young. Entusiasta da iniciativa, o vereador alertou para uma possível politização da nova agência.

“A única preocupação que eu tenho é evitar que a SPCine torne-se um órgão público que, ao nascer com o interesse de fomentar e estimular atividades culturais, termine dirigindo essa mesma atividade. Ou seja, uma entidade que vai dirigir a política cultural da cidade. Temos que evitar isso”, finalizou. 

“Pela primeira vez, todos os setores ligados ao audiovisual estão reunidos nesse pleito que é a criação da SPCine. Esse é um projeto da Prefeitura, mas o Estado, o Ministério da Cultura e a Agência Nacional de Cinema também estão apoiando a iniciativa. O cinema tem muita importância no Brasil e São Paulo não pode deixar de dar esse passo”, defendeu Rubens Rewald, presidente da Associação Paulista de Cineastas.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Para uma viagem de ônibus mais agradável, educativa e informativa

É possível que você não precise mais pedir ajuda do cobrador para saber o ponto onde precisa descer. Um projeto de lei pretende instalar, nos ônibus e lotações da capital, monitores de TV para dar notícias, dicas culturais e informações sobre o funcionamento dos serviços públicos próximos ao trajeto da linha.

A ideia é que, ao passar próximo a espaços públicos como escola, posto de saúde ou museu, por exemplo, a programação do ônibus informe a localização desses recursos na região. Quem estiver no veículo ainda poderá aprender mais sobre temas como uso adequado da água e prevenção de doenças.

Elaborado pelo vereador Ricardo Young (PPS), o projeto tramita na Câmara Municipal de São Paulo e pode ser votado ainda neste ano. Atualmente, já existem monitores em alguns ônibus que circulam pela cidade, em fase de testes pela SPTrans. Para Young, “é importante que toda a rede municipal possa contar com serviço, que deve ser adaptado a cada região.”

Táxi compartilhado em São Paulo: que tal ‘rachar’ a corrida?




Como alternativa para desafogar o caótico trânsito da cidade, o líder do PPS na Câmara Municipal de São Paulo, vereador Ricardo Young (PPS), protocolou na última semana o Projeto de Lei 770/2013, que incentiva o uso compartilhado do táxi como transporte público. 

“A ideia do Táxi-Compartilhado é que os carros se cadastrem para complementar as linhas de ônibus e metrôs, auxiliando na diminuição do fluxo delas. Os trajetos serão pré-definidos e feitos próximos a terminais de ônibus, estações de metrô e locais de grande circulação, como shoppings centers”, explicou Young, que também é membro da Comissão da Comissão de Trânsito e Transportes da Câmara Municipal.  

Segundo o texto do PL, a tarifa definida será pelo percurso. “Quem usar o táxi-compartilhado poderá ‘rachar’ a cobrança com os outros passageiros. A conta é simples: quanto mais gente no carro, menor o custo para cada passageiro e menos carros estarão nas ruas carregando apenas uma pessoa”, disse o parlamentar. “Já que circulam nos corredores de ônibus, os táxis devem ser melhor aproveitados, com custo mais baixo para a população”.

A proposta está tramitando na Câmara e deve ser votada ainda este ano. Young enviou o projeto para os gabinetes dos colegas na Casa em busca de assinaturas de co-autoria. A atuação suprapartidária, segundo ele, “visa a fortalecer as boas ideias do parlamento.”

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Comissão de Transportes: táxi compartilhado será proposto em conjunto por vereadores

A comissão de Trânsito e Transportes da Câmara decidiu na reunião desta quarta-feira (13/11) que seus membros apresentarão o projeto que cria o sistema de táxi compartilhado na cidade. A proposta, elaborada pelo vereador Ricardo Young (PPS), planeja criar linhas de táxi que circulem pela cidade paralelamente a trajetos de ônibus e metrô. Os passageiros poderão dividir a tarifa cobrada entre quem estiver no veículo, que levará duas ou mais pessoas.

“Pedimos ajuda de uma assessoria externa para entender como esse sistema funciona em outras cidades. Verificamos que ele tem sido benéfico”, apontou Young. O presidente da Comissão, Senival Moura (PT), aprovou a ideia. “Sou favorável à proposta. Vamos assinar juntos até para dar mais peso a ela”, disse.

Rodízio

Dois outros projetos avaliados na sessão propunham alterações no sistema de rodízio de veículos na cidade. Um deles, elaborado pelo vereador Abou Anni (PV), sugere que o motorista possa ter até 15 minutos de atraso tolerados durante o início e mais 15 durante o fim do período de restrição. A justificativa é de que chuvas, acidentes e o próprio trânsito diminuem a possibilidade de o veículo sair da zona proibida para a circulação.

“Na prática, é meia hora a menos que estamos diminuindo do rodízio. Isso pode trazer implicações sérias para o trânsito, principalmente nas grandes vias”, criticou Ricardo Young, que votou contra. A proposta foi aprovada pela maioria dos membros da comissão.

Também havia outra proposta sobre o rodízio na pauta, reprovada, que tratava de abrir uma exceção na lei para policiais militares.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Comissão quer que morte de JK seja declarada como assassinato


Site da Câmara
Foto Luiz França

O vereador Gilberto Natali (PV) afirmou nesta quarta-feira (13/11) que encaminhará um sub-relatório à Comissão Nacional da Verdade pedindo que a morte do ex-presidente Juscelino Kubitschek seja declarada oficialmente como assassinato de cunho político, e não acidente de trânsito, como concluíram as investigações na época do acidente. O líder do PPS, vereador Ricardo Young, também participou da audiência. 

Em 22 de agosto de 1976, o automóvel em que Juscelino estava colidiu frontalmente com um caminhão na altura do quilômetro 175 da Rodovia Presidente Dutra, no município de Rezende, Rio de Janeiro. Tanto JK quanto o motorista do veículo, Geraldo Ribeiro, morreram no local do acidente.

Para o Natalini, que preside a Comissão Municipal da Verdade, as investigações do colegiado levantaram provas contundentes para a tese do assassinato. Hoje os parlamentares receberam o perito criminal Alberto Carlos de Minas, que em 1996 analisou os restos mortais do motorista. Na época, Minas constatou um orifício suspeito no crânio de Ribeiro, indicando que ele teria sido vítima de um disparo de arma de fogo. Também foi encontrado um fragmento metálico que, na opinião do perito, é compatível com o projétil de um fuzil Mauser 7mm.

“Todos os fuzis de uso militar naquela em uso no Brasil naquela época tinham esse calibre”, declarou Minas durante a sessão.

Convocações

Ao final do encontro, Natalini informou que para a próxima reunião do colegiado foram convocados o delegado Aparecido Laertes Calandra, suspeito da prática de tortura na época do Regime Militar, e o empresário Paulo Sawaya Filho, que teria sido um dos principais financiadores da Operação Bandeirante.

Como a convocação foi feita através da Comissão Nacional da Verdade, a participação de ambos tem caráter mandatório.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Artigo: CPI não quer saber do custos?


Artigo do vereador e líder do PPS, vereador Ricardo Young, para o Jornal Metrô News desta terça-feira (12/11), página 2, questiona os rumos da CPI do transporte Público da Câmara Municipal. 

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

CPI dos Transportes quer saber de quase tudo, menos da planilha de custos da SPTrans

Ricardo Young 

A última CPI criada na Câmara Municipal se propõe, no próprio nome, a “averiguar planilhas de custos do transporte coletivo no município de São Paulo”. No entanto, nas 19 reuniões realizadas até agora, o objeto principal da Comissão ainda não foi discutido com prioridade.

Grande parte dos representantes de companhias convocadas para oitivas na CPI alegaram possuir pouca ou nenhuma informação sobre as planilhas de custos da SPTrans, empresa que gerencia o sistema de transportes da cidade. Foi o caso, por exemplo, da Tejofran, responsável por serviços de limpeza em terminais de ônibus na capital.

Além de não convocar as principais concessionárias de ônibus da cidade, que possuem contratos com a Prefeitura e são responsáveis diretas pelos gastos no setor, a CPI ainda mudou o foco das oitivas para o Metrô e a CPTM, companhias geridas pelo governo do estado. A oitiva da Siemens, por exemplo, envolvida em suposto esquema de cartel nas licitações no transporte sobre trilhos, foi um dos destaques da “mudança de planos” do colegiado. A justificativa dada pelos membros da CPI para a guinada no escopo é a de que o sistema ferroviário possui integração com o transporte municipal na cobrança de tarifas dos ônibus.

"Só para saber"

Quando se voltam para as empresas municipais, os membros da CPI convocam majoritariamente grupos responsáveis pela instalação de sistemas auxiliares para o monitoramento dos ônibus e passageiros. Entre eles, prestaram esclarecimentos Digicon, Prodata e até mesmo Microsoft - ouvida na última reunião de outubro, a empresa também não tinha contribuições sobre a planilha de custos do sistema. Outras companhias que operam a manutenção de trens e ônibus, como TTrans e Temoinsa, também compareceram às oitivas. 

Essencialmente didáticos, os depoimentos esclareceram como funciona a hierarquia da empresa, seus orçamentos anuais e até quanto custa uma peça - por exemplo, um parafuso. Na oitiva dessa quinta-feira, 7/11, outra"aula" foi dada pelo engenheiro José Carlos Martinelli, da Prodata, que realiza serviços de bilhetagem. Martinelli foi convidado por ter sido, de 2005 a 2009, diretor-adjunto da SPTrans e responsável, na época, pela remuneração de empresas concessionárias. As respostas do engenheiro, no entanto, não aprofundaram a investigação sobre os custos atuais do sistema. Ele chegou a justificar, por exemplo, que o aumento dos subsídios destinados ao setor foi causado pelo "envelhecimento da população, que utiliza cada vez mais o transporte quando em idade avançada". 

Lista de chamada 

Com sete membros que em tese representam a diversidade da Câmara, as reuniões da CPI chegam à metade já esvaziadas e têm sua atuação reduzida a três ou, no máximo, quatro parlamentares. No início dos trabalhos, em julho, o vereador Milton Leite (DEM) dominava o microfone e até causava dificuldades para os colegas que também tentavam participar. Ultimamente, seu comportamento mudou: o mesmo vereador só participou de uma reunião nos últimos dois meses, durante o depoimento do presidente da Siemens. Já Nelo Rodolfo (PMDB) sempre registra presença, mas raramente fica até o final. 

A CPI ainda tem uma vaga indefinida. O PV, que recebeu uma das cadeiras da Comissão, mudou três vezes seus representados: Dalton Silvano cedeu o espaço ao primeiro suplente, Roberto Tripoli, que foi substituído várias vezes pelo segundo substituto do partido, Abou Anni. Esse, no entanto, ocupava o cargo do vereador Ricardo Teixeira, ex-secretário do Verde e do Meio Ambiente, que "visitou" sua vaga de vereador na última semana, mas já a devolveu ao suplente. Abou Anni foi quem participou da última reunião, nessa quinta-feira.

Transparência?

Apesar de ser uma comissão dedicada a tornar público os dados do transporte, a CPI não publica nem as informações que todas as outras comissões técnicas disponibilizam no site da Câmara. O conhecimento da presença dos parlamentares em cada reunião, por exemplo, mostrou-se um desafio durante a elaboração deste texto. A secretaria da CPI exigiu que se enviasse ao comando da Casa um pedido de autorização para obter os dados. A assessoria da Presidência nega a necessidade da petição. Para saber quem esteve ou não presente às reuniões, é preciso ler as mais de cem páginas das notas taquigráficas de cada encontro. Procurado, Fiorilo afirmou que disponibilizaria as informações - até agora, no entanto, isso ainda não ocorreu. 

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Young aprova decisão judicial que suspende aumento do IPTU



O vereador Ricardo Young, líder do PPS na Câmara Municipal, apóia a medida judicial que suspende o aumento do IPTU na cidade. Para o vereador, o argumento do Ministério Público - e aceito pela Justiça - questionando a legalidade da aprovação do aumento em uma sessão extraordinária que não constava da pauta do dia da Câmara, e a não realização de uma audiência pública convocada pela Comissão de Política Urbana da Casa, é correto.  

“Se você sabota uma audiência pública, você nega ao povo o direto do acesso à informação. Isso é grave! O projeto terá que voltar à Casa e o Governo terá que renegociar com todo mundo novamente”, afirmou Young em entrevista à Rádio CBN.  

Ele argumentou, ainda, que o mais justo seria fazer a valorização do IPTU pelo aumento da inflação, e não em função da especulação imobiliária. Ouça o áudio. 

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Young critica aparelhamento dos conselhos participativos

Em Comunicado de Liderança feito nesta terça-feira (5/11), Ricardo Young (PPS) mostrou sua preocupação com as eleições do Conselho Participativo Municipal, que será realizada no próximo dia oito de dezembro. Serão eleitos 1.125 conselheiros pela população para representar as 32 subprefeituras da cidade.

Segundo o parlamentar, “candidatos a esses conselhos [participativos] estão sendo induzidos por vereadores". Para ele, os objetivos originais se distorcem quando os eleitos são indicações de vereadores. “Viram espaços adicionais de influência".

Young também criticou a possibilidade de eleitores de todo o município votarem em candidatos de um distrito específico. "Alega-se que o TRE não poderia reconhecer os eleitores pelos territórios, mas é preciso eleger conselhos autênticos, por votações autênticas. As votações precisam ser dos distritos, ligados às subprefeituras".

"A cidade de São Paulo fica refém de uma dupla influência dos vereadores na gestão do município. Uma, sobre os subprefeitos, e outra dos conselheiros, que são indicados também pelos vereadores. Estamos correndo um risco de aparelhar os canais que deveriam ser conselhos de representação. Agora veremos isso de novo nos conselhos distritais. Faço um apelo para que possamos ter o maior espírito republicano nestas eleições. A velha forma de fazer política parece que vai prevalecer numa iniciativa que foi tão duramente conquistada", concluiu o vereador. 

“Audiência não é a melhor forma de debater PDE”, afirma Young



Site da Câmara
Foto - RenattodSouza/CMSP

O vereador Ricardo Young (PPS) acredita que a maneira como as audiências públicas do Plano Diretor Estratégico vêm sendo conduzidas não é funcional. “Há um vício de origem e a sociedade mudou também. Se hoje as pessoas se organizam em rede, como podemos utilizar isso na discussão do PDE?”, questionou o vereador durante o evento “Segundas Paulistanas”, promovido pelo vereador uma vez por mês.

O evento desta segunda, cujo título foi “SP 10 anos - O Plano Diretor na visão dos coletivos cidadãos que pensam e transformam a cidade”, reuniu líderes comunitários de vários lugares da cidade e contou com a participação via Skype do vereador Police Neto (PSD). Enquanto aguardava o início da audiência pública do plano diretor na Cidade Tiradentes, Police ressaltou que as discussões do PDE não estão encantando a população porque ela não está entendendo qual é o propósito dele.

Maria de Lourdes Souza, moradora da Vila Esperança, na zona norte de São Paulo, apresentou durante o encontro os problemas de sua comunidade. Segundo ela, a Vila Esperança está em uma área de proteção ambiental e a Secretaria Municipal de Habitação quer retirar os moradores da área, que já existe há 60 anos. “Estamos fazendo hortas comunitárias, temos toda uma preocupação com o meio ambiente, pois sabemos do lugar delicado que estamos. Mas, não é justo querer tirar a gente, que é pobre, e deixar os sítios dos ricões”, disse.

Um representante da Associação Vila Nova Esperança, que se identificou apenas como Lucas, cobrou do PDE um respaldo jurídico para os grupos coletivos ambientais. “Nosso trabalho nas ruas é quase subversivo, não temos nenhum tipo de apoio e enfrentamos barreiras nas subprefeituras. Se o Plano Diretor não nos trouxer um respaldo jurídico, continuaremos como um movimento bem articulado, mas sem respaldo público”, disse,

O vereador Ricardo Young pediu ao final do evento que os grupos de mobilizem e ampliem sua atuação para que não ocorra com o Plano Diretor o mesmo que houve com a Operação Urbana Água Branca. “Os vereadores da Comissão de Política Urbana fizeram das tripas coração para construir um substitutivo palatável para os interesses da população, e na calada da noite nos empurraram goela abaixo uma cláusula para aumentar os gabaritos para além das vias de maior acesso”, disse. “Essas surpresas só podem ser reduzidas se