segunda-feira, 21 de setembro de 2009

CPI/IPTU recebe o Grupo Savoy e as faculdades UniSantana e Cásper Líbero

Renan Geishofer – Liderança do PPS

A 21ª Reunião Ordinária da Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga irregularidades na cobrança do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), ocorrida no Plenário 1º de Maio da Câmara Municipal de São Paulo na tarde desta 2ª feira (21/9), voltou a debater os casos das dívidas de IPTU Grupo Savoy, da UniSant´anna e da Fundação Cásper Líbero.

“A cada reunião da CPI, cresce a minha certeza de que quem tem poder e recursos financeiros consegue ficar livre de impostos. Seus representantes deixam claro que usam diversos expedientes jurídicos pra não pagarem os tributos”, afirmou o líder do PPS, Professor Claudio Fonseca. “Essa inadimplência, além das imunidades e isenções fazem com que São Paulo deixe de arrecadar mais de R$ 1 bi/ano”, finalizou Fonseca.

Grupo Savoy

O Grupo Savoy, primeiro a prestar esclarecimentos, citou a obsolescência no imóvel como justificativa para a ausência no pagamento do tributo. Segundo os representantes do Savoy, existem disparidades na metragem oficial do imóvel e no enquadramento do valor cobrado por metro quadrado. A representação do Grupo ficou a cargo do advogado Otávio A. M. M. Caetano, acompanhado do também advogado José Carlos Barros.

O vereador Adilson Amadeu (PTB) quis saber o motivo pelo qual de o Grupo Savoy ainda não ter encaminhado a documentação requerida pela CPI para a prestação de contas. Segundo o Grupo, está sendo feito ainda um levantamento de dados para enviar oportunamente.

O advogado Otávio Caetano afirmou que “não é certo pagarmos por mais área do que temos”, pois, segundo ele, existe disparidade entre as metragens apresentadas referentes ao imóvel do Shopping Interlagos.

Amadeu ainda indagou sobre a situação do hotel IBIS, que possui uma unidade ligada ao Shopping Interlagos. Caetano informou que está sem o “Habite-se”, mas está em funcionamento após um acordo com a prefeitura.

Depois de muitas colocações dos parlamentares que atestaram que o Grupo Savoy está tentando dificultar os trabalhos da Comissão protelando o envio dos documentos requeridos, foi pedido, em caráter definitivo, que arremetam os levantamentos do IPTU até o dia cinco do próximo mês. Também foi requerida a presença de todos os donos de imóveis gerenciados pelo Grupo na Reunião Ordinária da CPI do próximo dia 19.

O advogado Otávio Caetano pediu ainda para que as perguntas feitas pela Mesa sejam encaminhadas com alguma antecedência para que os representantes possam se preparar para responderem a todos os questionamentos dos vereadores.

UniSant´anna

Representando a Universidade, compareceu à CPI o diretor administrativo Leonardo Placucci Filho, filho do reitor Leonardo Placucci, que informou que a UniSant´anna é uma instituição familiar com três unidades em São Paulo e que em 10 dias apresentará toda a metragem dos imóveis.

Placucci Filho afirmou também que está tentando entender o porquê da situação de inadimplência na cobrança do tributo uma vez que a entidade sempre foi filantrópica (desde 1980/81) e que tem todos os alvarás de funcionamento, além de fazer o pagamento dos IPTU’s dos imóveis locados pela Universidade.

O Diretor do Departamento de Imunidade e Isenções da Secretaria de Finanças do Município, Leonardo Dias, apresentou um documento datado de 16 de setembro de 2009 constando a entrada do pedido de imunidade pela UniSant´anna na cidade. Diante da situação, o vereador Antonio Donato (PT) perguntou ao reitor se ele tem todos os documentos federais que atestam a imunidade da instituição de ensino. O reitor disse que possui esses documentos e os enviará à Comissão.

Cásper Líbero

Donato perguntou ao auditor da faculdade, Leonardo Dias, há quanto tempo e como é feita a auditoria da Fundação Cásper Líbero pela Secretaria de Finanças. Dias disse que está no caso há um mês e que a auditoria está sendo feita de acordo com a relevância que um empreendimento tem para ser auditado. Esta metodologia está em vigência desde 2008.

O vereador petista quis saber o porquê de a Cásper Líbero estar sendo auditada mesmo sabendo que até 1998 era imune de impostos. Dias disse que o motivo da auditoria é de que a folha de pagamento de salários dos funcionários da Fundação está acima do que é praticado no mercado.

O Diretor da Secretaria de Finanças também respondeu a outras perguntas, agora no âmbito de outros assuntos do município. Adilson Amadeu pediu para que haja uma auditoria fiscal nos estacionamentos dos hospitais e igrejas da cidade. Amadeu contou com o apoio de Aurélio Miguel (PR) que disse que os preços cobrados pelos estacionamentos destes locais é muito alto e pode haver alguma irregularidade nessa cobrança. Também foi informado pelo Diretor que os templos religiosos têm imunidade fiscal na cobrança do IPTU.

Ao final da reunião foram aprovados requerimentos dos vereadores. Foram aprovados diversos requerimentos, entre eles, o que convoca os sócios dos grupos proprietários da maioria dos shoppings da cidade.

Também compuseram a mesa da reunião os vereadores: Claudio Fonseca (PPS), Abbou Anni (PV) e Marta Costa (DEM).

4/10: Eleição para Conselho Municipal de Habitação

No próximo dia 4 de outubro haverá eleição para o Conselho Municipal de Habitação. Das 8h às 17h, todo eleitor da cidade de São Paulo pode votar com o seu título eleitoral ou RG. A votação é na Subprefeitura da área correspondente à sua zona eleitoral.

Existem cinco chapas na disputa. Três chapas são controladas politicamente pelo PT, o que por si só parece ruim para a cidade e para a Habitação. Mas a divisão petista indica uma boa chance para a Chapa 2 - "Habitação no Rumo Certo", que tem o apoio do PPS, por meio do líder do partido na Câmara Municipal, vereador Claudio Fonseca.

Entre as diretrizes da Chapa 2, há pontos como: Regularização Fundiária; Ampliação das Parcerias Sociais; Urbanização de Favelas; Revitalização de Cortiços no Centro; Integração entre Município, Estado e União; Programas de Habitação na Região Central.

Mais informações sobre a eleição do Conselho Municipal da Habitação podem ser obtidas no site da Prefeitura de São Paulo. Também é possível consultar aqui, com o número do título de eleitor, o local de votação.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Líder do PPS quer criar justiça itinerante na periferia da cidade


O difícil acesso à Justiça nas regiões mais carentes da cidade de São Paulo é, ainda, um grande problema. Pensando nisso, o líder do PPS na Câmara Municipal, Professor Claudio Fonseca, protocolou nesta semana o Projeto de Lei 607/09, que propõe que o Poder Público Municipal, em parceria com o Poder Judiciário, ofereça à população da periferia de São Paulo a chamada “Justiça Itinerante”.

Segundo o projeto do parlamentar, a Prefeitura disponibilizará ônibus com todos os equipamentos necessários para o atendimento jurídico “levando justiça aos mais necessitados”. “Democratizar o acesso aos serviços jurídicos é ampliar a qualidade de vida e a cidadania dos munícipes”, disse o parlamentar.

Câmara realiza 4º edição do Prêmio Paulo Freire

Site da Câmara

Incentivar a melhoria do ensino na rede municipal por meio de projetos pedagógicos criativos e inovadorMes desenvolvidos nas próprias instituições é o objetivo do Prêmio Paulo Freire concedido pela Câmara Municipal de São Paulo. A solenidade de premiação aconteceu na última sexta-feira (18/9) no Plenário 1º de Maio. O líder do PPS, Professor Claudio Fonseca, esteve presente e parabenizou todas as escolas e alunos envolvidos no Prêmio.

Ao todo foram analisados 39 projetos pedagógicos. O grande vencedor que levou a Salva de Prata para casa foi Organização Curricular no CIEJA (Centro Integrado de Jovens e Adultos): da exclusão à constituição de sujeitos sociais” do CIEJA Sapopemba, que tem como responsável Thémis Florentino dos Santos.

O trabalho desenvolvido consiste em criar uma nova identidade para o CIEJA por meio de uma readequação curricular mais viável e estruturada para responder às demandas específicas de alunos com dificuldade de aprendizado ou que carregam a marca da exclusão social. Uma das medidas adotadas foi flexibilizar o tempo e os espaços da escola e criar uma proposta pedagógica desafiadora disposta a romper com a concepção assistencialista.

O sociólogo Alexandre Isaac, que foi um dos jurados da premiação, acredita na importância em se realizar eventos como este. “A instituição Câmara de São Paulo tem força e uma grande visibilidade na cidade. Esta é uma forma de incentivar novas políticas pedagógicas nas escolas e mostrar que é possível”, concluiu o sociólogo.

A resolução que instituiu o Prêmio Paulo Freire é de 1998 do então vereador e agora deputado estadual Vicente Cândido (PT), que esteve presente e compôs a mesa solene. Também participaram do evento Lutgarts Freire, filho de Paulo Freire; o deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL); o vereador Alfredinho (PT); e Carlos Alberto Mendes de Lima, representando a Secretaria Municipal de Educação.

Receberam placas de homenagem:

"Rádio T.M.A. - Nas ondas do rádio", da EMEF Profº Theodomiro Monteiro do Amaral, que ficou com o segundo lugar. Responsável : Edmilson Nazareno Brito.

"Frações: Apoio curricular para o ciclo II", da EMEF Padre Antonio Vieira, que ficou com o terceiro lugar. Responsável: Alexandre Miller Bathaus.

Fonseca critica acusações entre oposição e situação e sugere debate “para a cidade”

Durante o Grande Expediente da Sessão Ordinária de quinta-feira (17/9), o líder do PPS, Professor Claudio Fonseca - com o tempo cedido pelo colaga Dr. Milton Ferreira - criticou as constantes trocas de acusações entre situação e oposição no plenário da Câmara: “poderíamos utilizar o nosso tempo para buscar soluções para a Cidade”. Veja a íntegra do discurso:

“Sr. Presidente, nobres Vereadores, temos 54 Vereadores presentes e é muito importante que todos tenham a oportunidade de ouvir os Vereadores que usam a tribuna e o microfone de apartes. Às vezes, eu, Vereador da Cidade de São Paulo, tenho impressão que o debate que se faz, nesta Casa, é um debate irreal. Em determinado momento, à tarde, nos reunimos neste plenário e falamos de um país, de uma cidade, de partidos políticos, de práticas administrativas e políticas, que não existem. Não interferem na vida do cidadão real. Isto é fácil de ser constatado, porque cada um acaba sublimando ou desconsiderando os dados, os indicadores da política real e até a macroeconomia.

Lógico, a fonte para alguns é a imprensa burguesa, a grande imprensa. Hoje, na Folha On Line, há uma matéria que diz assim: “Arrecadação pelo 10º mês seguido, com recuo de 7,9% em agosto. Há queda do crescimento industrial no Brasil”.

Isso é um problema para a cidade de São Paulo que é marcada pelo setor de serviços, mas que não deixou a sua vocação industrial, como é também um problema para a cidade de Belo Horizonte, Porto Alegre, para todas as capitais, por menor que seja o grau de industrialização e de serviços. Diria até que é um problema para os 5.614 municípios do Brasil, que compõem a Federação.

É ou não real a queda no repasse do Fundo de Participação para os municípios?

Se por um lado, em São Paulo, a participação do Fundo de Participação dos Municípios, FPM, é pequeno, por outro, há cidades que vivem do repasse desse Fundo.

Quem faz a maior parte da arrecadação dos impostos, taxas e tributos no Brasil? É a União. Como é feita a repartição para os estados e municípios? Afirmamos que a maior parte fica com a União.

Muitas vezes ouvimos dizer que o Presidente Lula fez, o Presidente Lula investiu, o Presidente Lula deu, não deu absolutamente nada, a população contribuiu e teve de ter o investimento nos vários setores como saúde, educação, transporte, habitação e no saneamento básico. O Presidente tem de ter vocação e agir de forma republicana, o Brasil é uma Federação.

Os efeitos que a crise econômica provocaram para a União, também provocaram para os estados e municípios com maior ou menor intensidade. Podemos dizer até que no Estado de São Paulo a intensidade foi menor, mas aconteceu, e qualquer queda que ocorra na receita da cidade de São Paulo ou do Estado de São Paulo é grave. Concentramos na cidade 11 milhões de paulistanos e, no Estado de São Paulo, 40 milhões de habitantes.

O nobre Vereador Paulo Frange é médico e sabe que o setor da saúde na cidade de São Paulo faz com que ocorram atendimentos de pessoas que vêm de diferentes estados. O nobre Vereador Marco Aurélio também é médico e sabe que pessoas de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Espírito Santo vêm a São Paulo para serem atendidas. São Paulo atende demandas que poderíamos dizer que é da União.

Sabemos que qualquer um que assuma o governo desta cidade ou do Estado de São Paulo, seja de qual partido for, encontrará uma cidade demandante de saúde de qualidade, de educação de qualidade, de investimentos em infra-estrutura viária, de políticas que combatam o desequilíbrio climático.

Estive Vereador quando o PT governava a cidade, governava e sabia dos limites orçamentários da cidade, o que era ou não ser possível de ser feito e o que estava além da capacidade do administrador.

Se dividirmos a Administração Pública e as dificuldades entre os bem-intencionados e os mal-intencionados, não conseguiremos explicar porque durante a gestão do PT não se universalizou o atendimento na educação infantil.

Por que será que todas as crianças de zero a três anos não tiveram vaga garantida na educação infantil na época do PT? Por que será que remanesceram escolas de lata durante a gestão do PT enquanto se faziam os Centros de Educação Unificados? Era uma intervenção importante local? Sim. Era uma intervenção urbana importante? Era. Foi uma opção fazer aquilo, mas tivemos de conviver com a escola de lata.

Por que durante a gestão do PT se iniciou a terceirização da merenda na cidade? Para educar a população, para aqueles que nos acompanhavam pudessem distinguir o que é de caráter, o que é de boa vontade, o que é opção para atender determinados segmentos da sociedade, e o que são limites próprios da administração no sistema que vivemos, que é o sistema capitalista.

Ficaria mais fácil, talvez, para o Partido dos Trabalhadores e para todos os críticos - e não estou isento também, muitas vezes, cometo críticas injustas e talvez também elogios exagerados. Pecamos, às vezes, nestas sinuosidades nos argumentos. Mas, talvez agregasse mais autoridade na crítica que é feita por quem já esteve no Governo. Poderia ser dito: “quando estivemos no Governo, terceirizamos a merenda escolar. Na ocasião usamos o argumento de que as escolas não possuíam infra-estrutura para o preparo da merenda, mas aquilo nos convenceu tanto que, superadas as dificuldades estruturais, avançamos na terceirização.

Como foi bom para eles terceirizarem, depois de ter terceirizado a merenda escolar também terceirizamos o serviço de limpeza, manutenção, conservação, vigilância nas escolas e esta é uma política de Estado”. Poderiam vir aqui dizer que neste aspecto nós do PT e vocês do PSDB temos identidade numa visão de gestão de Estado, não há demérito nisso. Até acho que PT, PSDB e PPS têm muita coisa em comum e isso precisa ser dito à população.


Não quero crer que o PT e o Presidente Lula tenham mais coisas em comum com o Sarney, Collor ou Renan Calheiros do que com várias lideranças constituídas na luta pela resistência, democracia, direitos sociais e liberdades. Creio que exista algo mais em comum neste campo, o campo daqueles que lutaram e continuam lutando pelas liberdades, do que entre aqueles que deram apoio à ditadura militar.

Por mais forte que seja o argumento da governabilidade - precisamos governar, precisamos constituir a maioria, presenciei isso na Câmara Municipal e é legitimo buscar composição majoritária para governar - é importante que isso não seja um fim em si mesmo. É necessário saber aonde se quer chegar, até para que as alianças possam ser alteradas na sua composição.

No caminhar da política as pessoas mudam, optam, alteram seus projetos, então, todo este debate que se faz merece uma atitude pedagógica para que falemos claramente o que se faz aqui e acolá, independentemente, deste ou daquele partido.

Discutimos hoje a questão da merenda. Será que não deveremos fazer o debate sobre a necessidade das crianças, a necessidade da Cidade, quantas refeições são indicadas pelos nutricionistas. Se a Prefeitura está errando ou não, e então colocamos ali a nossa crítica, no sentido de preservar a saúde das crianças, a escola como espaço privilegiado para o processo de ensino e aprendizagem. Até criticar seria, exatamente, a Secretaria Municipal de Educação que deve tratar o tema da alimentação, ou se deveria estar quedada aos assuntos relacionados à educação propriamente dita. Sou de opinião que deveria ser esse o papel da Secretaria Municipal de Educação.

Temos uma agenda de assuntos importantes. Hoje, quinta-feira, estamos terminando a semana, poderíamos ter votado o projeto de lei que dispensa da licença de funcionamento o exercício de atividades não-residenciais para os microempreendedores, o MEI. Beneficiaria milhares de microempreendedores, que são aqueles que empregam. Vi alguns senhores Vereadores que vieram ao microfone dizendo são favoráveis aos MEI, mas não deixaram aprovar, não deixaram votar. Obstruíram. Está bom, está no seu direito parlamentar de obstruir, mas essa é uma necessidade para a Cidade.

O microeempreendedor aguarda incentivos, inclusive, numa fase de crise, sim, em que é necessário aquecermos a economia. Se estiver crescendo, pode crescer mais, e o microempreendedor precisa desses incentivos. O Executivo está propondo, nós iríamos votar, a isenção da taxa de fiscalização de anúncios e da taxa de fiscalização dos estabelecimentos para o microempreendedor. Gastamos horas de discursos, intervenções de apartes com acusações cruzadas e deixamos de votar esses dois projetos importantes para a Cidade, para aqueles que aguardam da Câmara Municipal, dos senhores Vereadores, atitudes que possam investir mais na economia, dar isenções que incentivam o desenvolvimento econômico da Cidade.

Mas houve obstrução, até de quem diz que defende o emprego, por fim, não votamos. É a segunda semana que estão na pauta os incentivos para os microempreendedores, e não se vota.

Sou do setor da Educação, procurei recentemente o Secretário de Educação para que pudéssemos discutir o calendário de reposição de aulas, decorrentes do período em que foram suspensas, por conta da gripe AH1N1, causada pelo vírus. O processo em curso de reposição tem sido inócuo, ineficiente, marcado pelo medo ainda desse período de grande concentração de pessoas. Precisa ter mais racionalidade nesse processo de reposição, penso que, diante das circunstâncias em que foi estabelecida a prorrogação do recesso, poderíamos dispensar essa fase da reposição de aulas, deixando para o final do mês de dezembro, e pelo empenho dos profissionais de educação, envolvimento que já houve até na educação das crianças, dos adolescentes, sobre esse processo da doença.

Queremos discutir a situação das escolas quanto ao seu funcionamento e os efeitos da terceirização, como disse aqui, iniciado na gestão do PT. É bom para a Cidade? Não há descontinuidade? Não há problemas que afetam o bom funcionamento da escola? No meu entendimento tem. Precisa ser revisto.

Acredito que poderíamos utilizar o nosso tempo ao invés de trocarmos acusações entre as forças políticas que já tiveram experiência como governo e aquelas que estão no governo, mas para buscar soluções para a Cidade. Muito obrigado, senhor Presidente”.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Milton Ferreira convoca AmBev para prestar esclarecimentos à CPI


O vereador pelo PPS, Dr. Milton Ferreira - integrante da CPI dos Danos Ambientais da Câmara Municipal - convocou, através de requerimento aprovado pela CPI, Paulo Mozar Gama e Silva, diretor-executivo da ABIR – Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas (que representa a Coca-Cola e a AmBev), para prestar esclarecimentos sobre o destino final das embalagens de seus produtos comercializados na cidade. Coluna da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo de 1º de setembro, informou que a AmBev não soube explicar à Secretaria do Verde e do Meio Ambiente o paradeiro dos resíduos e ainda está sujeita a multa.

CPI na cola das operadoras de telfonia celular

Site da Câmara

“As operadoras de telefonia celular pensam que São Paulo é terra ninguém”. O desabafo é do vereador Paulo Frange (PTB) e foi feito após o diretor da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (TelComp), Luiz Cusa, ter prestado esclarecimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) de Danos Ambientais da Câmara Municipal, reunida extraordinariamente nesta quinta-feira (17/09).

“Hoje, na CPI, constatamos mais uma modalidade no município de São Paulo de irregularidade. O nome é farra das antenas de telefonia celular”, criticou o petebista. “As antenas são instaladas sem nenhum conhecimento das subprefeituras. As operadoras descobriram que as antenas podem ser instaladas em São Paulo da mesma forma como as pessoas invadem terrenos na periferia para poder morar. Ou seja, usando do instrumento do protocolo. As empresas protocolam na Secretaria Municipal de Habitação a intenção de instalar uma antena e, depois esperam decorrer os 30 dias. Passado esse prazo, instalam a antena. Depois descobrem que a área tem tombamento, que tem de obedecer a toda uma legislação municipal”.

O vereador disse que o representante da TelComp alegou à CPI desconhecer a legislação municipal a respeito da instalação de antenas. “Essa associação não tem nenhuma representatividade legal ou legítima. É uma associação que está aqui só por vir atender a expectativa da CPI, mas sem nenhum poder para decidir nada. Nem sabiam que a Oi possui mais de 300 antenas na cidade de São Paulo. Não trouxe nenhuma informação importante. Pelo contrário, mostrou absoluto desconhecimento da representatividade que tem. Isso é muito comum, porque as empresas não querendo vir, acabam promovendo junto a algum grupo de pessoas a constituição de uma associação, elas ficam ali representadas”, destacou Frange.

Para avaliar o que as operadoras discutem como política de atendimento a telecomunicações em São Paulo, o vereador solicitou que a associação envie à Comissão as atas das 12 últimas reuniões. O vereador Dr. Milton Ferreira (PPS) apresentou requerimento para que os vereadores participem da próxima reunião da Associação.

Frange também criticou a atuação das agências federais. “As agências no Brasil foram criadas para não responderem a nada. São absolutamente autônomas. A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) é mais uma delas. A Anatel autoriza e não quer saber se o município permite ou não a instalação de antenas naquele local”.

Milton Ferreira apresentou requerimento no qual convida a ANATEL a designar um técnico com o intuito de esclarecer se existe um aparelho competente para aferição da radiação de uma ERB em determinado local.

BANN QUIMICA

Representantes da Bann Química estiveram presentes à CPI para falarem a respeito da destinação de estruturas e equipamentos industriais da empresa e os procedimentos de remediação e descontaminação do solo na área que ocupa no Jardim Keralux, na zona sul.

Frange não ficou satisfeito com as informações. “A Bann Química, depois de quatro anos de tudo que aconteceu, não fez ainda diagnóstico da contaminação do solo daquela área. Tem apenas um projeto de desativação da área. As pessoas que aqui vieram representando a Bann Química não freqüentam a própria área. É um descaso muito grande com trabalhadores que ali dedicaram parte de suas vidas e com os moradores do entorno, atuando com produtos perigosos. Temos informação que esses produtos são fabricados apenas em países do terceiro mundo. Os países de primeiro mundo não permitem esse tipo de atividade.”

SYLVANIA

O depoimento de Valdivino dos Santos Rocha, diretor da Associação dos Exposto e Intoxicados por Mercúrio, deixou Frange preocupado. “Nos impressiona a contaminação por mercúrio dos funcionários da Sylvania. Nada podemos fazer neste momento, a não ser localizar o processo feito por uma associação de ex-funcionários, que representou no Ministério Público, para que possamos procurar o judiciário em nome da CPI, pedindo celeridade. Pois existem pelo menos 350 trabalhadores doentes, contaminados por produtos quando trabalhavam na Sylvania, que podem morrer sem que tenhamos uma ação efetiva para fazer Justiça com aqueles que perderam a saúde pelos produtos gerados pela Sylvania”.

Participaram da reunião os seguintes vereadores: Paulo Frange (PTB), Antonio Goulart (PMDB), Milton Ferreira (PPS), Alfredinho (PT), Francisco Chagas (PT) e Quito Formiga (PR)

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Claudio Fonseca pede provas a denunciante de maus tratos em escola da cidade

Renan Geishofer – Liderança do PPS

Na reunião desta quarta-feira (16/9) da Comissão Permanente de Educação, Cultura e Esportes, ocorrida no Plenário 1º de Maio da Câmara Municipal de São Paulo, o presidente da Associação Núcleos de Estudos, Participação e Propostas de Atividades Livres (NEPPAL), José Roberto Alves da Silva, denunciou supostos maus tratos a alunos da EMEF Marechal Deodoro da Fonseca. A denúncia ainda está sendo examinada pela Comissão. O presidente da associação impetrou ação judicial contra o estabelecimento de ensino.

O líder do PPS na Câmara, Professor Claudio Fonseca, pediu provas ao denunciante. “Queremos vê-las, pois não posso concordar com denúncias a professores sem que existam provas legais”, disse.

Projetos

Durante a reunião, foram aprovados sete Projetos de Lei (PL) e dois Projetos de Decreto Legislativo (PDL).

O Professor Claudio Fonseca deu parecer favorável a três PL’s: 05/08 e PL 70/09, ambos da autoria do vereador Toninho Paiva (PR), e o PL 139/09, de autoria do vereador Adolfo Quintas (PSDB).

Já o vereador Jooji Hato (PMDB) deu parecer favorável a cinco projetos: PDL 08/09, de autoria de Wadih Mutran (PP); PDL 15/09, de Arselino Tatto (PT); o PL 483/08, do vereador Zelão (PT) e o PL 618/08, do ex-vereador Aurélio Nomura. Este último foi aprovado como substitutivo feito pela CCJLP (Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa). O último PL aprovado com parecer favorável de Hato foi o PL 638/08 - este aprovado após o pedido de vistas do Professor Claudio Fonseca na reunião da semana passada (9/9). A proposta regulamenta a criação e o funcionamento do Conselho de Representantes dos Conselhos de Escola (CRECE).

O PL 129/09 do vereador Floriano Pesaro (PSDB), também foi aprovado em caráter substitutivo analisado pela CCJLP. O último item da pauta que estava para ser aprovado, o PL 706/07, do vereador Antonio Carlos Rodrigues (PR), não foi aprovado pois Claudio Fonseca pediu vistas ao PL.

Também compuseram a mesa da Comissão os vereadores Eliseu Gabriel (PSB), Claudinho (PSDB), Netinho de Paula (PCdoB) e Alfredinho (PT).]

Outras comissões da Câmara

Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa


Comissão de Finanças e Orçamento

Comissão de Política Urbana, Metropolitana e Meio Ambiente

Comissão de Administração Pública


Comissão de Trânsito, Transporte, Atividade Econômica, Turismo, Lazer e Gastronomia


Comissão Extraordinária de Defesa dos Direitos Humanos

Caravana em Defesa do SUS critica atuação das OSs na Saúde

Roberta Rosa – Liderança PPS

Com o intuito de debater o atual momento do Sistema Único de Saúde – SUS em São Paulo, a Comissão de Saúde, Promoção Social, Trabalho, Idoso e Mulher, em conjunto com da Caravana em Defesa do SUS, promoveu na tarde desta quarta-feira (16/9), no Salão Nobre da Câmara Municipal, o debate “Participação e o controle social do SUS”.

A Caravana em Defesa do SUS possui, entre outros objetivos, lançar a campanha do SUS como Patrimônio Social, Cultural, Imaterial da Humanidade, e exigir a regulamentação da Emenda Constitucional nº29. Veja aqui o texto integral da Emenda.

OSs

A contratação de organizações sociais pelo poder público foi alvo de críticas. O Conselho Nacional de Saúde, representado por Sergio Metzger, defendeu o fortalecimento do SUS que, segundo ele, está ameaçado pelas organizações sociais e pelas fundações – em nível nacional. “Não cabe a lógica do mercado para gerir a saúde pública. Ela tem que ser um programa de governo, e não gerar lucro”, conclui.

Já a presidente do Movimento Ministério Público Democrático, Dra. Anna Trotta, afirmou que é preciso evitar que o SUS sofra um retrocesso. Ela pediu uma mobilização de toda a sociedade contra a lei aprovada em setembro, pela Assembléia Legislativa, que dispõe sobre transferir 25% das vagas de atendimento do SUS para a iniciativa privada. A lei aguarda sanção do governador José Serra (PSDB).

Além de outras manifestações contra as OSs, o debate ainda tratou da necessidade da regulamentação da EC 29 pelo Congresso Nacional - o reconhecimento da UNESCO que o SUS é um patrimônio social da humanidade. Os conselheiros municipais da saúde aproveitaram a oportunidade para solicitar apoio dos vereadores para a realização da Conferência Nacional de Saúde, ainda em 2009.

Também participaram do debate os vereadores Milton Ferreira (PPS), Claudio Prado (PDT), Juliana Cardoso (PT), Jamil Murad (PCdoB), Noemi Nonato (PSB) e Sandra Tadeu (DEM).

Conheça os projetos aprovados pela Câmara Municipal nesta quarta-feira

Site da Câmara

Nas sessões extraordinárias desta quarta-feira (16/09), no Plenário Primeiro de Maio da Câmara Municipal de São Paulo, os vereadores aprovaram o PL 302/07, do vereador Toninho Paiva (PR), em segunda fase de discussão. O projeto concede isenção do pagamento de tarifa de transporte coletivo urbano no Município aos usuários ostomizados.

Ostomia é uma abertura produzida cirurgicamente no abdome para desviar o trânsito intestinal ou urinário, necessária para tratar, eliminar ou corrigir problemas de saúde graves como tumores, má formação congênita ou ferimentos provocados por acidentes.

“Ostomizados são aqueles que sofrem uma cirurgia violenta e acabam tendo que usar uma bolsa de colostomia. Nosso vice-presidente da República, José Alencar, está carregando essa infeliz doença. Vários portadores de outras doenças estão sendo beneficiados por esse projeto”, justificou Paiva.

Os vereadores também aprovaram o PL 514/05, do vereador Paulo Frange, que cria o Programa de Recepção Pró-Ativa na rede municipal de saúde. No atendimento médico-hospitalar, o programa prevê a recepção, atenção e acolhimento aos usuários dos serviços de saúde por universitários. O PL foi aprovado igualmente em segunda discussão.

O plenário aprovou também, em primeira discussão, o PLO 12/09 e o PR 30/09, ambos do vereador Quito Formiga (PR), e que tratam do período de licença dos vereadores no exercício do mandato. “Um é quanto ao Regimento Interno e o outro é quanto à Lei Orgânica do Município. Atualmente, o vereador tira licença nunca menor do que de 30 dias, nem maior do que 120 dias. Com o projeto aprovado, o vereador pode aprovar a licença que lhe for necessária”, garantiu Quito à reportagem da TV Câmara São Paulo.

Conheça as demais proposituras aprovadas nas sessões extraordinárias:

PL 578 /2009, do Vereador Antonio Carlos Rodrigues (PR) - Consolida a legislação municipal que dispõe sobre o fechamento ao tráfego de veículos estranhos aos moradores de vilas, ruas sem saídas e ruas e travessas com características de "rua sem saída"; revoga as Leis nº 10.898 de 5 de dezembro de 1990, nº 12.138 de 05 de julho de 1996, nº 13.209 de 13 de novembro de 2001 e nº 14. 113 de 20 de dezembro de 2005; revoga os Decretos nº 31.097 de 9 de janeiro de 1992, nº 37.282 de 15 de janeiro de 1998, nº 48.638 de 22 de agosto de 2007 e nº 50.411 de 18 de fevereiro de 2009.
FASE DA DISCUSSÃO: 1ª

PL 376 /2009, do Vereador Aurélio Miguel (PR) - Altera os incisos I e II do art. 2º da Lei nº 14.906, de 6 de fevereiro de 2009, e dá outras providências.(Institui a Bolsa-Atleta. Estabelece o valor do benefício correspondente a cada modalidade.)
FASE DA DISCUSSÃO: 1ª

PL 244 /2008
, do Vereador José Américo (PT) - Dispõe sobre a criação e divulgação semestral do índice de desempenho de cada Subprefeitura, e dá outras providências.
FASE DA DISCUSSÃO: 2ª

PDL 45 /2009
, da Vereadora Sandra Tadeu (DEM) - Dispõe sobre a outorga de Medalha Anchieta e Diploma de Gratidão da Cidade de São Paulo ao Sr. Heródoto Barbeiro.
DISCUSSÃO E VOTAÇÃO ÚNICAS

Decisões recorridas mantidas

Vereadores também aprovaram o improvimento de recursos de vereadores contra decisões do presidente da Casa, com pareceres da Comissão de Constituição e Justiça opinando pela manutenção da decisão recorrida. São os seguintes os recursos:

- Recurso nº 29/02, do Vereador Gilberto Natalini (PSDB), contra decisão do Presidente que indeferiu o pedido pela ordem de verificação de presença durante o processo de encaminhamento de votação, na 134ª Sessão Extraordinária.

- Recurso interposto pelo Vereador Carlos Alberto Bezerra Jr. (PSDB) da decisão do Presidente que restitui o PL 326/02 ao autor na forma do art. 212, inciso IV, do Regimento Interno.

- Recurso interposto pelo Vereador Wadih Mutran (PP) da decisão do Presidente que restitui o PL 214/07 ao autor na forma do art. 212, inciso IV, do Regimento Interno.

- Recurso interposto pelo Vereador Wadih Mutran (PP) da decisão do Presidente que restitui o PL 259/06 ao autor na forma do art. 212, inciso IV, do Regimento Interno.

- Recurso interposto pelo ex-vereador Paulo Fiorilo (PT) da decisão do Presidente que restitui o PL 504/06 ao autor na forma do art. 212, inciso IV, do Regimento Interno.

Vetos mantidos

Os vereadores também aprovaram a manutenção a vetos do Executivo a PLs de autoria de ex-vereadores, que, por essa razão, vão ao arquivo:

Veto Total ao PL 525 /2006, do ex-vereador Jorge Borges (PP) - Dispõe sobre a doação de bens permanentes às Escolas Municipais de São Paulo, e dá outras providências. (DOCREC - 91/09)

Veto Total ao PL 116/2008, da ex-vereadora Lenice Lemos (DEM) - Obriga a apresentação de laudos de limpeza e manutenção em sistema de ar condicionado conforme especifica, e dá outras providências. (DOCREC - 92/09)

Veto Total ao PL 319 /2007, da ex-vereadora Soninha (PPS) - Altera inciso II e acrescenta inciso III ao parágrafo único do artigo 2º, da Lei nº 11.804, de 19 de junho de 1995, que regulamenta períodos para emissão de ruídos, no Município de São Paulo, e dá outras providências. (DOCREC - 94/09)

Veto Total ao PL 820 /2005, do ex-vereador Ademir Da Guia (PR) - Denomina Praça Brigadeiro Djalma Floriano Machado o espaço livre inominado situado no Bairro de Cidade Jardim. (DOCREC - 98/09)

Veto Total ao PL 416 /2006, do ex-vereador Farhat (PTB) - Dispõe sobre a destinação de espaços exclusivos para mulheres nos sistemas rodoviário e metroviário do Município de São Paulo. (DOCREC - 386/09)

CPI dos Danos Ambientais acontece nesta quinta-feira

Em decorrência da morte de Pedro Salomão Kassab, pai do prefeito Gilberto Kassab, a 21ª Reunião Ordinária da CPI dos Danos Ambientais que aconteceria nesta terça-feira (15/9) foi cancelada. Já está marcada para a próxima quinta–feira (17/9), a partir das 10 horas, no Salão Nobre da Câmara, reunião extraordinária. Abaixo, a pauta da CPI:

1ª R. Extraordinária - CPI-DANOS - 17/09/09 - 10h – quinta-feira - Sala Tiradentes

CONVIDADOS

Empresa SUATRANS
Plano de Atendimento a Emergências - PAE
(requerimento do Vereador Paulo Frange)

BANN QUÍMICA
destinação de estruturas e equipamentos industriais da empresa procedimentos de remediação e descontaminação do solo da área ocupada no Jardim Keralux
(requerimento do Vereador Goulart, a pedido do Vereador Francisco Chagas)

GM&C Logística e Transporte Ltda - Coleta e destinação de baterias e aparelhos celulares usados
(requerimento do Vereador Quito Formiga)

AURÊNIO CIPRIANO e VALDIVINO DOS SANTOS ROCHA
Diretores da Associação dos Expostos e Intoxicados por Mercúrio - representação protocolada no Ministério Público Estadual a respeito da contaminação da Sylvania(requerimento do Vereador Juscelino Gadelha)

ARY FOSSEN
Subprefeito de Perus - danos ambientais e respectivos passivos ambientais na região
(requerimento do Vereador Paulo Frange)

INTIMADO

LUIZ CUSA
Diretor Executivo da TelComp – Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas
(requerimento do Vereador Quito Formiga)