quinta-feira, 30 de junho de 2011

Piso e gratificação a servidor passam em 2ª votação

Site da Câmara

Os vereadores aprovaram nesta quinta-feira (30), em segunda votação, os Projetos de Lei (PLs) 298/2011 e 300/2011, que fixam o valor da menor remuneração bruta mensal paga a servidores municipais e instituem gratificação por desempenho de atividade cultural e desportiva, respectivamente. As matérias seguem agora para sanção do Executivo.

Segundo o PL 298/2011, a menor remuneração bruta mensal não poderá ser inferior a R$ 630 para os servidores municipais submetidos a jornadas básicas de 20, 24, 30 e 40 horas semanais de trabalho, optantes ou não dos planos de carreiras instituídos a partir de 1993; ou inferior a R$ 472,50 para os servidores remanescentes da jornada de 33 horas semanais de trabalho, assim como para os submetidos anteriormente a essa jornada que realizaram a opção por 30 horas de trabalho semanais.

Será considerada como remuneração bruta mensal, segundo o projeto, a soma de todos os valores recebidos pelo servidor, em caráter permanente, como os vencimentos, o salário, as vantagens pecuniárias (fixas e variáveis), inclusive os adicionais, as gratificações, os prêmios, as vantagens pessoais de qualquer natureza e as fixadas para o cargo em caráter permanente.

Já os benefícios previstos pelo PL 300/2011 serão pagos mensalmente mediante aferição do desempenho individual e institucional dos servidores, do alcance de metas pré-estabelecidas por área de atuação e da apresentação de títulos de extensão universitária e pós-graduação.

Podem receber o benefício os titulares de cargos integrantes da carreira de Especialista em Informações Técnicas, Culturais e Desportivas, nas disciplinas de Museologia, Arquivista, Biblioteconomia, História, Astronomia, Física, Matemática, Geologia, Geografia, Educação Física e Esportes.

A Gratificação por Desempenho de Atividade Cultural e Desportiva corresponderá, no máximo, a 70% do salário inicial de cada carreira, calculado pela tabela da jornada de 40 horas de trabalho semanais.

A partir da data da publicação da lei, o Executivo terá 120 dias para editar decreto dispondo sobre as metas e resultados, os títulos a serem considerados, bem como os critérios para a apuração do valor individual da gratificação.

Servidores municipais e entidades ligadas aos setores beneficiados pelos projetos acompanharam na tarde desta quinta-feira a votação dos vereadores e realizaram um ato no auditório externo da Câmara Municipal em comemoração à decisão.

Defensor dos dois projetos, o líder do PPS, Professor Claudio Fonseca, afirmou: "valorizar o servidor é uma medida necessária e urgente para aqueles que querem oferecer um serviço de qualidade à população".

Itaquerão: Imprensa repercute opinião de Claudio Fonseca

O vereador e líder do PPS, Professor Claudio Fonseca, comentou em diversos órgãos de imprensa os motivos que o levaram a votar contra o projeto de incentivos fiscais ao Itaquerão.



R7 -Projeto de isenção fiscal ao estádio do Corinthians passa em primeira votação na Câmara

Valor Econômico - Incentivo para estádio do Corinthians passa na Câmara

Jovem Pan - Isenção do Itaquerão

Comissão de Educação encerra os trabalhos do primeiro semestre de 2011

Renan Geishofer – Liderança do PPS

Claudio Fonseca, vereador líder do PPS na Câmara e presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esportes da Casa, conduziu na tarde desta quarta-feira (29/6) a 12ª reunião da Comissão em 2011 e última antes do recesso parlamentar.

Balanço do semestre

Ao final do primeiro semestre foram realizadas 12 reuniões da Comissão. Ao todo foram aprovados 82 projetos de vereadores, sendo 69 Projetos de Lei de vereadores, 6 Projetos de Decreto Legislativo, 3 Projetos de Emenda a lei Orgânica e 1 Projeto de Lei do Executivo.

Durante a reunião, foi apresentada e aprovada proposta de realização de seminário da Comissão com o tema: “O espaço do samba na cidade de São Paulo”. O evento será realizado no dia 16 de setembro nas dependências da Câmara Municipal.

Na oportunidade foram aprovados 13 Projetos de Lei de autoria de vereadores. Abaixo a relação deles:

- PL 277/2010 , de autoria do vereador Chico Macena (PT);

- PL 368/2010 , de autoria do vereador José Ferreira Zelão (PT);

- PL 382/2010 , de autoria do vereador Arselino Tatto (PT);

- PL 415/2010, de autoria do vereador Wadih Mutran (PP);

- PL 421/2010 , de autoria do vereador Gilberto Natalini (sem partido);

- PL 465/2010 , de autoria do vereador Adolfo Quintas (PSDB);

- PL 514/2010 , de autoria do vereador Atílio Francisco (PRB);

- PL 690/2008 , de autoria do vereador Carlos Neder (PT);

- PL 551/2009 , de autoria da vereadora Sandra Tadeu (DEM);

- PL 762/2009 , de autoria do vereador Ricardo Teixeira (sem partido);

- PL 005/2010, de autoria da vereadora Noemi Nonato (PSB);

- PL 049/2010, de autoria do vereador Abou Anni (PV);

- PL 251/2010 , de autoria do vereador Antonio Donato (PT).

Participaram da reunião os vereadores Claudio Fonseca (PPS), Alfredinho Cavalcante (PT), vice-presidente da Comissão; Attila Russomanno (PP); Agnaldo Timóteo (PR); Carlos Apolinário (DEM), Claudinho de Souza (PSDB) e Netinho de Paula (PCdoB).

Outras Comissões

Comissão de Finanças e Orçamento


Comissão de Administração Pública

Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Bancada do PPS é contra a destinação de recursos públicos ao estádio do Corinthians


A bancada do Partido Popular Socialista na Câmara Municipal manifestou nesta quarta-feira (29/6) seu voto contrário ao PL 288/11, que concede incentivos fiscais de até R$ 420 milhões para a construção do estádio do Corinthians, na Zona Leste da cidade.

O líder do PPS na Câmara, Vereador Claudio Fonseca, afirma ser favorável ao desenvolvimento da região, mas é contra a destinação de recursos públicos para a construção de um estádio particular. “É uma atividade privada que precisa ser financiada por recursos privados. A cidade já fez a sua parte cedendo a área para a construção da arena esportiva”.

Segundo ele, com esses recursos destinados pela Prefeitura ao Corinthians, seria possível construir 840 escolas de educação infantil para atender, em cada uma delas, 240 crianças. “Não temos nem a certeza de que teremos Copa do Mundo em São Paulo, quanto mais o jogo de abertura”.

De acordo com o parlamentar, no projeto, não existe nenhuma contrapartida para a cidade. “Esses certificados de incentivo ao desenvolvimento servirão apenas para passar recursos aos empreendedores não estando vinculados à Zona Leste”.

Câmara aprova, em primeira votação, incentivos fiscais para o estádio corintiano


A Câmara Municipal aprovou na noite desta quarta-feira (29/6), em primeira votação, o projeto de lei 288/11 que concede incentivos fiscais para a construção do futuro estádio do Corinthians, o Itaquerão. Agora, o projeto precisa ser votado em segunda votação, o que pode ocorrer na próxima sexta-feira (1/7). O líder do PPS, Professor Claudio Fonseca, votou contra o PL.

Nesta primeira votação, 36 vereadores votaram a favor do projeto, 12 registraram voto contra, três se abstiveram e quatro não votaram (vide o quadro abaixo).

Pelo projeto, o clube receberá Certificados de Incentivos de Desenvolvimento (CIDs) no valor de 50 mil cada um, válidos por dez anos. Por meio dos CIDs, o Corinthians e a Odebrecht, empreiteira responsável pela obra, poderão abater até 60% do Imposto sobre Serviços (ISS) e 50% do Imposto sobre a propriedade territorial e urbana (IPTU). Assim, a isenção fiscal pode chegar a até R$ 420 milhões.

A última audiência pública sobre a matéria será realizada quinta-feira (30/6), às 9 horas. O Regimento Interno da Casa exige a realização de, no mínimo, duas audiências públicas para discutir projetos de interesse da cidade.

Votaram SIM

Adolfo Quintas (PSDB)
Agnaldo Timóteo (PR)
Alfredinho (PT)
Anibal de Freitas (PSDB)
Atílio Francisco (PRB)
Claudinho (PSDB)
Claudio Prado (PDT)
Dalton Silvano (sem partido)
Domingos Dissei (DEM)
Edir Sales (DEM)
Eliseu Gabriel (PSB)
Francisco Chagas (PT)
Gilson Barreto (PSDB)
Goulart (PMDB)
Ítalo Cardoso (PT)
Jamil Murad (PCdoB)
José Américo (PT)
José Police Neto (sem partido)
José Rolim (PSDB)
Juliana Cardoso
Juscelino Gadelha (sem partido)
Marta Costa (DEM)
Milton Leite (DEM)
Natalini (sem partido)
Netinho de Paula (PCdoB)
Noemi Nonato (PSB)
Paulo Frange (PTB)
Quito Formiga (PR)
Ricardo Teixeira (sem partido)
Roberto Tripoli (PV)
Salomão (PSDB)
Senival Moura (PT)
Souza Santos (sem partido)
Toninho Paiva (PR)
Ushitaro Kamia (DEM)
Wadih Mutran (PP)

Votaram NÃO

Adilson Amadeu (PTB)
Arselino Tatto (PT)
Attila Russomanno (PP)
Aurelio Miguel (PR)
Aurélio Nomura (PV)
Carlos Neder (PT)
Chico Macena (PT)
Claudio Fonseca (PPS)
José Ferreira, o Zelão (PT)
Marco Aurélio Cunha (DEM)
Sandra Tadeu (DEM)
Tião Farias (PSDB)

Abstenções

Abou Anni (PV)
Antonio Carlos Rodrigues (PR)
Donato (PT)

Não votaram

Carlos Apolinário (DEM)
Celso Jatene (PTB)
David Soares (PSC)
Milton Ferreira (PPS)

Comissão do Idoso debate Lei das Parcerias


Roberta Rosa - Liderança do PPS

Com a presença do vereador Dr. Milton Ferreira, a Comissão do Idoso da Câmara Municipal realizou na manhã desta terça-feira (29/6) audiência para debater a questão da assistência social na cidade de São Paulo. Em pauta, a alteração da Lei de Parcerias (13.153/11), que trata das políticas públicas de atenções em assistência social, sem fins lucrativos, operada através de convênios no âmbito do Município.

Dentre as alterações propostas pela Comissão do Idoso em parceria com diversos representantes da sociedade civil, destacam-se dois itens: reiterar na Lei o reajuste de recursos para os convênios – até o momento, o Governo não vem cumprindo os reajustes.

A outra proposta prevê o pagamento de 13º salário aos trabalhadores da Assistência Social, mais concessão de verba adicional para compra de material pedagógico, manutenção, aquisição de enxovais, entre outros, ajustada pelo IPCA, índice utilizado pela Prefeitura para reajustar os contratos dos conveniados.

Por fim, Comissão e entidades ligadas aos idosos sugerem a mudança na linguagem que o SUAS – Sistema Único de Assistência Social – traz para a assistência social: ILPI – Instituto de Longa Permanência do Idoso no lugar dos famigerados asilos. Elizabete Reis, representado a Secretária Municipal de Assistência Social, MADS participou da reunião e reiterou o compromisso assumido pela pasta de encaminhar o Projeto de Lei (mudanças na Lei 13.153/11) para o Prefeito apresenta-lo à Câmara Municipal, já que se trata de iniciativa do Executivo.

No final, o presidente Cláudio Prado (PDT) afirmou que vai viabilizar o encontro da Comissão e das entidades com a Secretaria da Assistência Social para debater as alterações da Lei de Parcerias.

Câmara aprova novo piso e gratificações para servidores

Sítio da Câmara

A Câmara Municipal de São Paulo (CMSP) aprovou nesta terça-feira (28), em segunda votação, os Projetos de Lei (PLs) 298/2011 e 300/2011, que fixam o valor da menor remuneração bruta mensal a ser paga e instituem gratificação por desempenho de atividade cultural e desportiva a servidores municipais, respectivamente. Agora, os projetos vão à sanção do prefeito.

Segundo o PL 298, a menor remuneração bruta mensal não poderá ser inferior a R$ 630,00 para os servidores municipais submetidos a jornadas básicas de 20, 24, 30 e 40 horas semanais de trabalho, optantes ou não pelos planos de carreiras instituídos a partir de 1993; ou inferior a R$ 472,50 para os servidores remanescentes da jornada de 33 horas semanais de trabalho, assim como para os submetidos anteriormente a essa jornada que realizaram a opção por 30 horas de trabalho semanais.

Será considerada como remuneração bruta mensal, segundo o projeto, a soma de todos os valores recebidos pelo servidor, em caráter permanente, como os vencimentos, o salário, as vantagens pecuniárias (fixas e variáveis), inclusive os adicionais, as gratificações, os prêmios, as vantagens pessoais de qualquer natureza e as fixadas para o cargo em caráter permanente.
Já os benefícios previstos pelo PL 300/2011 serão pagos mensalmente mediante aferição do desempenho individual e institucional dos servidores, do alcance de metas pré-estabelecidas por área de atuação e da apresentação de títulos de extensão universitária e pós-graduação.

Podem receber o benefício os titulares de cargos integrantes da carreira de Especialista em Informações Técnicas, Culturais e Desportivas, nas disciplinas de Museologia, Arquivista, Biblioteconomia, História, Astronomia, Física, Matemática, Geologia, Geografia, Educação Física e Esportes.

A Gratificação por Desempenho de Atividade Cultural e Desportiva corresponderá, no máximo, a 70% do salário inicial de cada carreira, calculado pela tabela da jornada de 40 horas de trabalho semanais.

Defensor dos dois projetos, o líder do PPS, Professor Claudio Fonseca, afirmou: "valorizar o servidor é uma medida necessária e urgente para aqueles que querem oferecer um serviço de qualidade à população".

terça-feira, 28 de junho de 2011

Terminal de ônibus da zona oeste recebe o nome do jornalista Victor Civita


O plenário da Câmara Municipal de São Paulo aprovou nesta terça-feira (28/6) o Projeto de Lei 90/10, de autoria do vereador Professor Claudio Fonseca (PPS), que denomina de “Terminal Victor Civita” o terminal de integração de ônibus, trem e metrô localizado na Rua Capri, ao lado da Estação Pinheiros do Metrô (linha amarela).

“Victor Civita, apesar de ter nascido nos Estados Unidos e ter origem italiana, conheceu o Brasil como poucos. Com sensibilidade e muita visão jornalística, fundou a Editora Abril, o maior parque gráfico nacional, empregou os maiores nomes do jornalismo brasileiro e deixou um grande legado ao povo com as maiores e mais importantes publicações do país”, disse Claudio Fonseca justificando sua homenagem logo após a provação do PL.

Vereador participa das atividades em lembrança do dia de Corpus Christi



Em 25 de junho, ainda nas atividades em lembrança do dia de Corpus Christi, o vereador Dr. Milton Ferreira (PPS) participou de uma missa e de uma procissão de rua com os moradores da comunidade da Igreja Nossa Senhora da Paz, no Parque Lajeado, zona leste da cidade.

Claudio Fonseca pede rapidez a projetos que tratam de subsídios dos servidores municipais

Em discurso no plenário da Câmara Municipal, o líder do PPS, vereador Claudio Fonseca, pediu aos colegas vereadores prioridade para votar durante o Grande Expediente dois projetos de lei que tratam da remuneração dos servidores públicos da cidade. O primeiro, PL 300/11, que institui a gratificação por desempenho de atividade cultural; gratificação por desempenho de atividade social, instituída pela lei 15.159; e o PL 298/11, que fixa o valor da menor remuneração bruta mensal a ser paga aos servidores municipais. “É uma questão de justiça”, disse o vereador. Leia abaixo a íntegra do discurso.

"Sr. Presidente, nobres Vereadores, Público que nos acompanha das galerias, bem como aqueles que nos acompanham através da TV Câmara São Paulo e pela leitura do Diário Oficial, temos, no dia de hoje, cinco sessões extraordinárias convocadas. Nas pautas dessas sessões extraordinárias, temos 62 projetos de leis para serem debatidos e aprovados em primeira ou segunda votações pelos Srs. Vereadores.

Desses 62 projetos, 17 são de autoria do Executivo e 45 projetos foram apresentados pelos Srs. Vereadores. Alguns projetos do Executivo são estruturais para a Cidade, pois tratam da reurbanização e requalificação do espaço urbano. Dentre eles, há a discussão do projeto de lei que dispõe sobre as Operações Urbanas Águas Espraiadas; projeto de lei que dispõe sobre a Nota Fiscal Paulistana, visando a arrecadar, de forma melhor e mais eficiente, mais recursos para a cidade de São Paulo, para investir em setores estratégicos, na infraestrutura urbana.

Mas creio, Sr. Presidente, que dentre os 17 projetos do Executivo há dois que merecem a atenção dos Srs. Vereadores e urgência na votação, antes de iniciarmos o recesso desta Casa. Refiro-me ao projeto de lei que consta do item 49, que interessa aos Servidores Públicos da cidade de São Paulo: PL 300, do Executivo, que institui a gratificação por desempenho de atividade cultural; gratificação por desempenho de atividade social, instituída pela lei 15.159.

Sei que os Servidores Públicos não reclamam só pela gratificação. Muito pelo contrário, com política estrutural necessária para garantir isonomia entre ativos e aposentados; para resguardar a remuneração dos servidores; para o reconhecimento da necessidade de ter serviço público de qualidade e servidor público necessário para efetivar esse serviço, eles têm de ser valorizados.

Então, além das gratificações, querem um padrão de vencimento, com seus direitos de quinquênio, de sexta-parte, de evolução, de promoção, de progressão que podem ser resumidos nos chamados direitos de carreira, valorizar os profissionais da Educação, ter um instituto e mecanismos de valorização profissional.

Creio que a Casa deveria, antes do recesso, quedar-se, voltar-se à discussão do Plano de Valorização, votar o PL 300/11, discutir com os servidores públicos e com suas representações, no sentido de ter o atendimento de suas reivindicações daquilo que é emergencial.

Quando um projeto chega aqui, sei que passou por uma etapa anterior, envolvendo a mobilização dos servidores que fazem suas manifestações, por meio de suas entidades, entram em um processo negocial, fazem reuniões com a Secretaria de Gestão Pública. Muitas vezes, chegam a um acordo, mais próximo ou não, daquilo que é reivindicado. Mas, aqui, temos um outro espaço para melhorar os projetos, as propostas, e para termos sensibilidade sobre o que é reclamado pelos servidores públicos.

O outro PL é o 298/11, que fixa o valor da menor remuneração bruta mensal a ser paga aos servidores municipais. É uma questão de justiça. Uma Cidade como São Paulo não pode cometer ou praticar um padrão de vencimento que seja menor ou próximo ao valor do salário mínimo. A Cidade de São Paulo tem uma arrecadação de 35 bilhões e 400 milhões de reais, e que é aquilo que está previsto em seu orçamento; é uma das prefeituras que tem o menor índice de seu orçamento comprometido com o pagamento de pessoal - menos de 40% das receitas correntes líquidas. Desde 1995 os servidores públicos, a partir daquela alteração da lei que acabou confiscando parte do reajuste a que os servidores tinham direito na época - 81% - reclamam a alteração da lei; reclamam a possibilidade de reajuste nunca inferior à inflação; reclamam o aumento do piso salarial, a valorização do padrão de vencimentos a fim de dar dignidades àqueles que cuidam da eficiência da máquina pública.

Por um período, algumas pessoas até acreditaram que o Estado poderia existir sem servidor público, terceirizando, privatizando tudo, e a terceirização e a privatização não levam somente à descontinuidade do serviço público - dever do Estado. Também desvalorizam o servidor público, o serviço público; sucateiam - é mais caro para o Poder Público. Paga-se aos terceirizados pior do que se paga aos servidores da Administração Direta.

Portanto, acredito que deveríamos inverter a pauta, no dia de hoje, para darmos prioridade para esses dois projetos.

- Aplausos na galeria.

Sr. Presidente, muito obrigado".