quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Adote um Vereador acompanhará trabalho de Ricardo Young


O vereador Ricardo Young (PPS) terá o seu trabalho acompanhado pelo cidadão Rafael Carvalho, voluntário do Adote um Vereador, projeto que tem por objetivo acompanhar os vereadores em suas atividades parlamentares.

Rafael Carvalho visitou o gabinete de Young na última terça-feira (15/1). Abaixo, a primeira impressão do voluntário. 


Veja mais em http://adoteiricardoyoung.wordpress.com

Diretrizes do mandato

Questionei o vereador quanto às propostas apresentadas em campanha, onde foram discutidos conceitos amplos como sustentabilidade, ética, nova política, entre outros, perguntei como se daria isso prática do mandato. Foi explicado que esses conceitos serão aplicados em todas as discussões do parlamento. Como exemplo, o vereador explicou a posição que tomará sobre a proposta que o Executivo enviará sobre a Inspeção Veicular. Será levado em conta qual o impacto da proposta para a construção de uma cidade sustentável. Alguém que possui um veículo, já arca com gastos como estacionamento e lavagem de carro (exemplos usados pelo vereador), portanto arcar com uma taxa de cerca de R$ 50, que garantirá uma melhor qualidade de vida a todos, é viável. Além disso, o custo da "Não Inspeção Veicular" recairá sobre todos (quem tem carro e quem não tem), como maiores gastos com saúde. Outro exemplo apresentado é se refere à liberação de alvarás irregulares para alguns empreendimentos, para que isso não ocorra se buscará uma solução onde a venda dos imóveis só ocorra após a liberação de todos os órgãos.

Com estes exemplos, o vereador quis mostrar como se dará na prática a aplicação dos conceitos apresentados em campanha.

Esta havendo uma mobilização para o lançamento de uma Frente Parlamentar que irá abordar esses conceitos de sustentabilidade dentro da Câmara Municipal.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Artigo: Cidadania sustentável

 

 Ricardo Young 

Tornar uma cidade sustentável já é muito difícil. O conjunto delas, então, pode parecer impossível. Mas não é. Quer dizer, não será, se governos, sociedade civil e empresas realmente quiserem. A sustentabilidade tem uma dimensão de oportunidade raras vezes compreendida, e exige uma determinação que vai além da vontade política convencional. É uma questão de visão, de profundo entendimento das mudanças que estão emergindo no mercado, na tecnologia, nos valores e no sentido do desenvolvimento.

Ninguém mais discute se o desenvolvimento sustentável é o caminho. A discussão é de como trilhá-lo. Como mitigar as perdas da economia tradicional? Como adotar medidas restritivas de forma não autoritária? Como avançar o marco regulatório sem ser impopular? Essas são algumas das perguntas mais frequentes.

Existem, porém, outras, menos usuais, mas chaves para este novo caminho. Como os problemas da escassez podem se tornar oportunidades? Como as mudanças de hábito podem sugerir novos produtos? Como a reciclagem pode produzir uma nova indústria? Como os serviços da natureza vão mudar a concepção de serviços e da economia? Como políticas públicas podem melhorar a qualidade de vida e avançar a cidadania? Como a mancha urbana pode induzir a criação de ecossistemas saudáveis?

São infindáveis as perguntas que precisam ser feitas. A boa noticia é que não só sua frequência está aumentando como também o escopo amplia-se.

O mundo tem se debruçado sobre o tema das cidades sustentáveis e inteligentes. Desde oCompromisso de Alborg, em 1994, passando pelas iniciativas da UN-Habitat e da C-40, naRio+20, às do setor privado, não se pensa mais as cidades como antes.

A concepção tradicional de aglomerados urbanos – concentradores de serviços públicos, de atividades econômicas, de habitação e empregos – criou verdadeiros “buracos negros” que a tudo absorvem. Sua força gravitacional impacta centenas de quilômetros em seu entorno, consome a biodiversidade, todos os serviços da natureza e não devolve nada ao ecossistema. Para não se falar na qualidade de vida medíocre, principalmente nos países em desenvolvimento.

O desafio de transformar as cidades em polos irradiadores de serviços ao ecossistema, ao mesmo tempo em que se avance a qualidade de vida e a justiça social, é a chave desta nova concepção de desenvolvimento que arrebata urbanistas, políticos e empresários neste inicio de século.

Muito se tem avançado e temos visto os benefícios. A Rede das Cidades Sustentáveis, ao disseminar a Plataforma das Cidades Sustentáveis nas últimas eleições, conseguiu que, de todos os candidatos signatários do compromisso, 205 prefeitos fossem eleitos, sendo 42 em cidades de mais de 200 mil habitantes. Eles governarão cerca de 25% da população brasileira, sendo 19 capitais.

Essa é uma demonstração do que os movimentos sociais junto com os governos podem fazer pela agenda da sustentabilidade. As empresas também estão contribuindo em múltiplas frentes. No setor da construção civil, firmam-se novos protocolos de construção verde. Os supermercados se reinventam ao incorporar serviços públicos de coleta seletiva. E, na cidade de São Paulo, a votação do Plano Diretor acontecerá com fortíssima influência da Plataforma das Cidades Sustentáveis, inclusive com a formação de uma bancada da sustentabilidade na Câmara de Vereadores.

Muitas empresas perceberam que seu futuro será determinado pela capacidade de absorver novas tecnologias sustentáveis. Os exemplos se multiplicam: do plástico verde aos modernos aterros sanitários produtores de energia; da indústria do saneamento à certificação da madeira; da eficiência energética na linha branca à eficiência motriz da indústria automobilística. A lista é enorme e gradativamente empresas e poder público trabalham para que a agenda da sustentabilidade seja a das cidades para os próximos anos.

As empresas devem traduzir o imperativo da sustentabilidade em produtos e serviços com potencial de induzir a mudança. O poder público deve tornar políticas públicas indutoras e incentivadoras da nova economia, a começar com as licitações e compras públicas. Deve usar também todos os instrumentos de política fiscal e outros disponíveis para acelerar a inovação e as mudanças de hábitos necessárias, incluindo políticas educacionais e de cidadania.

A colaboração intersetorial, pluridimenional e sistêmica está no coração da gestão para a sustentabilidade, seja pública ou privada. Dai decorre também a necessidade de otimizar o uso dos conselhos municipais e estaduais como espaços privilegiados para esse debate.


Ricardo Young é militante pioneiro da causa da sustentabilidade no movimento empresarial e vereador eleito da cidade de São Paulo pelo PPS

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

“Que SP VC Quer?



O vereador Ricardo Young (PPS) está convocando as pessoas a participarem do Projeto “Que SP VC Quer?", uma parceria do Jornal O Estado de S.Paulo com o Ibope Conecta e que tem o apoio da Rede Nossa São Paulo.

Lançado no dia 22, o projeto já recebeu mais de 2,2 mil sugestões de paulistanos anônimos e famosos para a cidade. “É importante que toda a sociedade se envolva e participe da pesquisa. Ações como essa nos ajudam a elaborar política públicas para tornar São Paulo mais justa e sustentável”, diz.

Você pode deixar a sua proposta no endereço do sítio da Nossa SP

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Ari Friedenbach e Ricardo Young são empossados



A Câmara Municipal realizou nesta terça-feira (1º de janeiro) a cerimônia de posse dos novos vereadores da cidade de São Paulo, do prefeito Fernando Haddad (PT) e da vice-prefeita Nádia Campeão(PCdoB).

O empresário Ricardo Young (42.098 votos) e o advogado Ari Friedenbach (22.597 votos) compõem a bancada do PPS.


A primeira iniciativa de Ricardo Young será a criação da Frente Parlamentar pela Sustentabilidade. Já Ari Friedenbach intensificará o seu mandato na questão da segurança urbana.


Em solenidade presidida pelo vereador Gilson Barreto (PSDB), o mais velho dos eleitos presente, todos fizeram seus juramentos e se comprometeram a honrar as obrigações firmadas com os cidadãos paulistanos, defendendo a justiça social, a paz e a igualdade de tratamento a todos os munícipes.



Aos parlamentares coube responder "assim o prometo" ao juramento lido pelo secretário da sessão, vereador Floriano Pesaro (PSDB), enquanto Fernando Haddad e Nádia Campeão fizeram seus juramentos separadamente e prosseguiram com breves pronunciamentos.

Para a eleição da Mesa Diretora, o PPS defendeu a tese da proporcionalidade das bancadas, apoiada por todos os partidos (menos o PSOL). Com isso, o PT assume a presidência da Câmara, com o PSDB na secretaria-geral e o PSD na vice-presidência.



O vereador José Américo (PT) foi eleito presidente. Na sequência, Marco Aurélio Cunha (PSD) foi escolhido para a 1ª vice-presidência da Casa. A secretaria-geral será ocupada pelo vereador Claudinho de Sousa (PSDB).

Para Ricardo Young, a responsabilidade pela qualidade dos trabalhos da Mesa não é só dos representantes eleitos, mas dos partidos que os nomearam – “eles também serão cobrados”, destaca. O parlamenar votou pela proporcionalidade e acredita que a opção seja a mais democrática porque expressa a vontade das urnas, e ainda a mais efetiva para a participação de todos os blocos. "Democracia e sustentabilidade estão na alma deste novo mandato, pedindo que todos participem".
 

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Vereadores do PPS são diplomados em São Paulo


O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) realizou na manhã desta quarta-feira (19/12) a diplomação dos 55 vereadores eleitos para a próxima legislatura. A solenidade, que também empossou o prefeito e a vice-prefeita, foi realizada na Sala São Paulo, centro da cidade.

O empresário Ricardo Young (42.098 votos) e o advogado Ari Friedenbach (22.597 votos) compõem a bancada do PPS a partir de 1º de janeiro de 2013.

A primeira iniciativa de Ricardo Young será a criação da Frente Parlamentar pela Sustentabilidade. “O nosso trabalho será pautado na agenda da sustentabilidade, que é transversal a todas as outras áreas”, diz.

Ari Friedenbach intensficará o seu mandato na questão da segurança urbana. “Pretendo trabalhar para ampliar o atendimento dos CRAS - Centro de Referência de Assistência Social na cidade”, explicou.

PPS na Câmara



Pela quarta eleição consecutiva (ou seja, há 12 anos, desde 2000) o PPS elegeu uma bancada de dois vereadores para a Câmara Municipal de São Paulo. Ambos ocuparão pela primeira vez um cargo eletivo. Fazem parte dos 40% de novatos na Câmara (22 dos 55 vereadores da atual legislatura não foram reeleitos).

Por uma diferença de apenas 436 votos, o atual líder do PPS, Professor Claudio Fonseca (22.161 votos), será o 1º suplente da bancada.

Ou seja, nas quatro últimas eleições (2000, 2004, 2008 e 2012) o PPS vem mantendo a sua bancada com dois vereadores e praticamente repetindo a quantidade total de votos. 



Quem é Ricardo Young Silva?

Empresário, 55 anos, nascido em São Paulo, capital, foi presidente do Instituto Ethos e da ABF – Associação Brasileira de Franchising.

Com visão empreendedora, transformou a empresa da família, a Escola de IdiomasYazigi Internexus, num dos maiores cases de franquias do mundo. Na juventude, participou de movimento estudantil nas lutas contra a ditadura e pelas liberdades democráticas.

É pós-graduado em administração de empresas pelo PDG/EXEC (hoje IBMEC), um dos mais importantes grupos empresariais de educação do país, e também integrou o PNBE – Pensamento Nacional de Bases Empresariais, onde foi o primeiro coordenador em gestões alternadas (1996-1999 / 1999-2000), tendo contribuído para o projeto de adoção de escolas públicas por parte de empresas e a criação do Instituto PNBE, que desenvolveu o projeto Minha Rua, Minha Casa, para moradores de rua.

À frente do Instituto Ethos, fundou a Uniethos, sua divisão educacional, e projetou a entidade com importantes participações em fóruns internacionais, como o Pacto Global das Nações Unidas, oGlobal Report Iniciative e o ISO 26000 – Diretrizes sobre Responsabilidade Social. Foi integrante do grupo de empresários que Iniciou no Brasil a disseminação do conceito da responsabilidade social empresarial com uma nova dimensão de negócios.

Enquanto presidia do Instituto Ethos foi também o iniciador do Pacto de Integridade de Combate à Corrupção, numa iniciativa de articulação de entidades da sociedade civil, entre eles a Transparência Internacional, e empresários - fato que constitui um novo marco na luta contra a corrupção.

Pioneiro na luta pela sustentabilidade, foi um dos disseminadores da Carta da Terra no Brasil e um dos signatários do Manifesto “Brasil com S” que deu início ao projeto que resultou na candidatura deMarina Silva à presidência da República. Participou da fundação do Movimento Nossa São Paulo e do Fórum Amazônia Sustentável.

No final de 2007, aproximou-se da ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, junto com outras lideranças empresariais e ambientais, e concebeu o Movimento Brasil Sustentável, com o objetivo de engajar diversos segmentos sociais na construção de uma sociedade responsável, justa e sustentável.

Em 2010, foi candidato a Senador por São Paulo e obteve mais de 4 milhões de votos, tornando-se uma das mais importantes lideranças empresariais e políticas na defesa da sustentabilidade e da justiça social. Defende um novo conceito de governança para a gestão das cidades, baseado na qualidade e eficiência dos serviços públicos, com ética, transparência, produtividade. Propõe uma cidade mais humana, generosa, acolhedora e sustentável.

Ricardo Young acredita no resgate e na resignificação da política como instrumento legítimo de transformação da sociedade e a serviço do cidadão.

Quem é Ari Friedenbach?  

Nascido em São Paulo, 52 anos, é advogado formado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC–SP), atuando nas áreas Cível e Trabalhista.   É Conselheiro da Presidência Executiva do Clube Hebraica, Presidente de Honra do Programa Liana Friedenbach da Congregação Israelita Paulista (CIP) e Presidente do Projeto Viva em Segurança. 

No ano de 2011, atuou como Coordenador do Selo Paulista da Diversidade, que pertence à Secretaria de Emprego e Relações do Trabalho do Governo do Estado de São Paulo (SERT), e como representante da Secretaria junto às Comissões Municipais do Emprego; dos Refugiados; do Trabalho Decente; da Pessoa com Deficiência e da Comissão Estadual Anti Drogas. Também ministra palestras sobre Educação, Segurança e Legislação Penal.  

A vida de Ari Friedenbach foi marcada por uma grande perda. Em novembro de 2003, sua filha Liana, juntamente com o namorado Felipe Caffé, foi seqüestrada por uma quadrilha composta por quatro adultos e um menor de idade. Após cometerem o assassinato de Felipe, sua filha continuou em poder dos criminosos por mais cinco dias, sendo violentada e assassinada a facadas. O autor deste crime bárbaro foi o menor, na época, Roberto Aparecido Alves Cardoso, conhecido como “Champinha”.

Após perder a filha, iniciou um trabalho visando mudanças que gerassem resultados positivos junto às questões de segurança, educação e a responsabilização de menores infratores. Passados sete anos, então criou o Projeto Viva em Segurança, através do qual pretende trazer ao debate com a sociedade novas propostas para a construção de uma vida digna, com oportunidades e segurança para todos.

No ano de 2010, chegou à conclusão que os esforços para mudanças significativas nas leis tiveram poucos resultados, resolvendo então se candidatar a Deputado Federal, ficando na suplência do PPS.

Como vereador da cidade de São Paulo, Ari Friedenbach afirma que sua luta por segurança, paz e justiça continua. Ele acredita que ações locais possam auxiliar no combate a violência.

Um mandato a serviço da população

 
Vereador Claudio Fonseca


A democracia é o mais belo dos regimes e o voto é a sua maior arma. Conquista de anos de lutas, a eleição direta define os representantes populares. Ganhar e perder faz parte da disputa sadia, limpa, justa. Não consegui a reeleição à Câmara Municipal, mas tenho certeza de que o meu trabalho não foi em vão. Colaborei ao debater os principais projetos da cidade com coerência, transparência e firmeza nos posicionamentos. Exerci o mandato pautado pelo interesse público e acima de qualquer interesse pessoal, de grupos econômicos e paroquiais. Fui, sim, um vereador da cidade.

Líder da bancada do Partido Popular Socialista nos quatro anos da atual legislatura, atuei com liberdade e independência. Contei com o respeito do meu Partido em todas as minhas decisões, votando sempre com a convicção do que era mais importante para melhorar a vida das pessoas e da nossa cidade.

Autor da primeira reforma administrativa da Câmara - que reduziu vultuosos salários de verdadeiros marajás e enxugou a estrutura interna implicando em economia de mais de R$ 30 milhões por ano para o erário – colaborei, nesta segunda passagem pela Casa, para dar transparência e controle aos atos do legislativo. Apoiei a divulgação dos salários dos servidores no site da Câmara e a implantação do “ficha limpa”.

Representante dos profissionais da educação, elaborei projetos e emendas para valorizar professores, gestores e funcionários do quadro de apoio. Defensor da participação da sociedade na gestão pública, consegui aprovar as leis que criou os Conselhos Regionais de Gestão Participativa na Educação e que garante a formação continuada para todos os profissionais de educação da rede sob responsabilidade e custos do poder público.

Considerei indevida e despropositada a concessão de incentivos na ordem de $ 420 milhões para construção de um estádio de futebol privado, enquanto a população da zona leste reclama a falta de um melhor atendimento médico nos hospitais e postos de saúde. Votei contra a concessão, mesmo diante de pressões exercidas por pretensos lideres comunitários.

Nesses quatros anos, recebi diversas categorias do serviço público para debater e encontrar caminhos de melhorar a de todos. Posicionei-me contra o aumento da ordem de 220% para cargos de primeiro e segundo escalão de governo, clamando pela valorização dos servidores responsáveis pelo atendimento e prestação de serviços diretos à população.

Trabalhei pela inclusão de todos ao apresentar projeto de lei que garante atendimento educacional em classes hospitalares e em domicílios para crianças, jovens e adultos impossibilitados de frequentar a escola por motivo de saúde.
Propus a ampliação da rede direta dos Centros de Educação Infantil e a prioridade de atendimento para crianças de 0 a 3 anos em situação de risco.

No intuito de ampliar o atendimento dos espaços de cultura da cidade, votei favoravelmente a modernização da Biblioteca Municipal Mário de Andrade, a criação da Fundação Theatro Municipal e a regularização da EMIA - Escola Municipal de Iniciação Artística. Sou autor da lei que institui a Semana de Diversidade Cultural.

Criei em forma de lei a “Frente Parlamentar em Defesa das Águas” para proteger os recursos hídricos, incentivar a limpeza e a integração das águas urbanas. Para incentivar o trabalho cooperativista na cidade, propus a “Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo”.

Eis um resumo dos meus quatro anos de mandato na Câmara Municipal. Continuarei a acompanhar e a fiscalizar, como cidadão, todas as ações do Executivo. Olhando pela nossa região e por toda a cidade. Serei sempre um homem independente, que muitas vezes sente o peso de emitir opiniões com imparcialidade, firmeza nas convicções.

Por fim, aproveito a oportunidade neste nobre espaço para agradecer os 22.161 votos que me colocaram na condição de primeiro suplente de vereador pela bancada do PPS. Desejo a todos boas festas e feliz 2013. 

Vereador Professor Claudio Fonseca é líder da Bancada do PPS na Câmara Municipal de São Paulo

Reajuste dos servidores municipais fica para 2013

Nem a mobilização de diversos servidores da Prefeitura, que ocuparam as galerias da Câmara Municipal na tarde desta terça-feira (18/12), e o trabalho e emprenho do líder do PPS, Professor Claudio Fonseca, foi capaz de convencer os demais vereadores a votarem o Projeto de Lei 155/12, que dispõe sobre revisão geral anual da remuneração dos servidores da prefeitura de São Paulo.

“Requeri a inversão da ordem para a discussão e votação do substitutivo ao Projeto, mas infelizmente o relator (vereador petista Francisco Chagas) deu parecer contrário ao substitutivo que continha os índices reivindicados pelo Sindicato dos Servidores. Já o parecer original, de 0,01% de aumento, não foi votado por falta de quórum na Comissão de Finanças e Orçamento”, explicou o líder do PPS.

Sem o parecer da Comissão de Finanças, o Projeto fica pendente de votação.

Câmara aprova Orçamento 2013; Claudio Fonseca prevê aumento da passagem do ônibus

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou nesta terça-feira (18/12), em segunda votação, o substitutivo da Comissão de Finanças e Orçamento ao Projeto de Lei  424/2012, que trata da proposta orçamentária para o exercício de 2013 no município de São Paulo. A matéria foi aprovada por 46 votos favoráveis, dois contra e nenhuma abstenção.

Para 2013, a Prefeitura vai dispor de uma verba de R$ 42.041.788.083,00 — valor 8,5% superior ao autorizado para 2012 (R$ 38.734.598.114,00) e o prefeito poderá remanejar 15% do Orçamento.

O vereador Claudio Fonseca, líder do PPS, fez a leitura do parecer da Comissão de Finanças e Orçamentos com a redação final da peça Orçamentária para 2013, com as emendas acolhidas já afixadas.

 No total, foram apresentadas 5.644 emendas, das quais 1.079 foram acolhidas. Projeto segue agora para sanção do Executivo.

Para Claudio Fonseca, é provável que o valor da passagem de ônibus seja reajustado no próximo ano. “O Orçamento prevê um repasse de R$ 660 milhões para as empresas de ônibus ante os R$ R$ 900 milhões de 2012. Portanto, para implantar o Bilhete Único Mensal, o prefeito eleito necessitará aumentar a tarifa do transporte público”.

Com a votação do Orçamento, os vereadores encerraram os trabalhos da 15ª legislatura.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Para Aurélio Miguel, Claudio Fonseca é “o maior defensor da Educação” na Câmara


Durante as discussões do Projeto de Lei 310/12 na Sessão Extraordinária desta quarta-feira (12/12), o vereador Aurélio Miguel (PR) elogiou o trabalho do Vereador Professor Claudio Fonseca, líder do PPS, que, para ele, “é o maior defensor da educação nesta Casa...”. Veja a íntegra do discurso de Aurélio:

 “Sr. Presidente, é justamente isso que a todo momento quis trazer a esta Casa. Primeiro, em relação à Educação, a um substitutivo anterior. O congresso de comissões não tinha quórum, não aprovaria o projeto hoje, se não fosse a ajuda do Vereador Claudio Fonseca, que as pessoas criticam, mas que é o maior defensor da educação nesta Casa. As conquistas que os profissionais de Educação tiveram na cidade de São Paulo devem a ele. Sei porque sou Vereador e conheço o trabalho que S.Exa. fez nesta Casa durante esses quatro anos. Nunca se conquistou tanto para a educação como nesses últimos quatro anos. Sou testemunha e tenho duas irmãs professoras. Ainda precisa melhorar muito, mas devagar vamos melhorar. Escutei algumas piadas a respeito do Vereador Claudio Fonseca. Não tenho procuração para falar em defesa dele, mas sei do trabalho que S.Exa. fez nesta Casa. É uma injustiça o que vocês estão cometendo com o Vereador Claudio Fonseca (...)”.

Emendas de Claudio Fonseca beneficiam os profissionais da Educação

Legítimo representante dos interesses dos profissionais em Educação na cidade de São Paulo, Claudio Fonseca, professor e líder do PPS na Câmara Municipal, conseguiu na tarde desta quarta-feira (13/12), após intenso trabalho de negociação e articulação, a aprovação do PL 310/12, de autoria do Executivo, contando com as cinco emendas apresentadas pelo parlamentar.

O Projeto, que precisa ser sancionado pelo prefeito, cria cargos de assistente de direção dos CEIs, amplia a quantidade de referências das tabelas de vencimentos do quadro do Magistério, transforma os atuais Agentes Escolares em Auxiliares Técnicos de Educação, integra os Agentes de Apoio ao QPE e mantém isonomia entre ativos e aposentados.

“Valeu a luta, o esforço, a correção tática e o exercício de paciência no convencimento dos vereadores para conseguir aprovar o PL 310. Com articulação e argumentos, recebi o apoio dos colegas parlamentares e consegui aprovar as cinco emendas que apresentei. São vitórias importantes que queremos sancionadas pelo Executivo”, disse o líder do PPS.

Outros projetos aprovados:

212 - PL 131 /2012, DO EXECUTIVO - Cria o Fundo Municipal do Idoso.

203 - PL 413 /2012, DO EXECUTIVO - Dispõe sobre a vedação prevista no § 2º do artigo 3º da Lei nº 10.793, de 21 de dezembro de 1989, com as alterações posteriores, relativamente aos servidores que especifica, para atendimento de excepcional interesse público no âmbito da Autarquia Hospitalar Municipal.

Segundo o vereador Natalini (PV), sem a aprovação deste projeto a cidade correria o risco de ficar sem profissionais nos prontos-socorros no início de 2013. Com a aprovação do projeto, esses servidores contratados nos anos de 2010 e 2011 poderão ser recontratados por mais 12 meses.

213 - PL 382 /2012, DO EXECUTIVO - Autoriza a concessão administrativa de uso da área municipal situada na Rua Engenheiro Antônio Faggion, nº 236, Distrito de Santo Amaro, à Ação Social Largo 13, nas condições que especifica.

 2 - PL 200 /2010, do Vereador USHITARO KAMIA (PSD)
Dispõe sobre o "Dia de Apoio ao Portador de Doenças Raras" e dá outras providências.
FASE DA DISCUSSÃO: 1ª